O ator Jim Carrey terminou o namoro com Cathriona White na quinta-feira, 24, e a jovem se matou na segunda-feira, 28, aos 28 anos, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Para se matar, Cathriona White tomou uma quantidade excessiva de drogas. A polícia de Los Angeles mencionou “overdose de drogas”. Num brilhete, citou Jim Carrey e contou que haviam terminado namoro. No Twitter, escreveu: “Deixando o Twitter. Espero que eu tenha sido uma luz para as pessoas mais próximas e mais queridas”.

A garota foi encontrada por dois amigos.

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A maquiladora Cathriona White cometeu suicídio na noite desta segunda, 28. A notícia sobre a morte da namorada do ator Jim Carrey foi publicada pelo TMZ.

Veja as capas das 100 primeiras edições publicadas pela Rolling Stone Brasil.

Segundo o site, a polícia de Los Angeles recebeu um chamado e foi até o apartamento de Cathriona, encontrando a namorado do ator morta.

Galeria: como curar um coração partido.

A publicação ainda afirma que, segundo uma fonte, pílulas foram encontradas perto do corpo da maquiladora, levando a crer que a causa da morte foi uma overdose.

Em seu perfil no Twitter, Cathriona publicou a última mensagem em 24 de setembro, em tom de despedida: “Deslogando do Twitter, espero que tenha sido uma luz para meus queridos e mais chegados”.

A relação entre Cathriona e Jim Carrey começou em 2012, mas eles se separarem alguns meses depois. Marcado por idas e vinda, o relacionamento foi retomado em maio de 2015.

Signing off Twitter, I hope I have been a light to my nearest and dearest. ???????? to yo all

— Cathriona white (@littleirishcat) September 24, 2015

Ator, dramaturgo, escritor, diretor, jornalista e até palhaço… A lista de profissões de Plínio Marcos é extensa. Nascido em setembro de 1935, neste mês completaria 80 anos. Mas faleceu aos 74. Grande parte desses anos foram vividos aqui na capital paulista, onde formou a família. Plínio marcos é um personagem que é “Cara de São Paulo”.

de B9
Uma nova opção apareceu hoje na lista de serviços de streaming disponíveis no Brasil. O Tidal, serviço re-lançado em março por Jay-Z e um grupo de artistas famosos, abriu as portas no país com uma mensalidade de R$ 14, 90. E por esse valor, que é idêntico ao que o Spotify oferece, o assinante tem acesso […]

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Post originalmente publicado no B9

Foi revelado hoje que, nos últimos meses, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, circulou pela cidade dirigindo um táxi para chegar mais perto da população e ouvir os problemas da cidade. Muitas vezes foi reconhecido, outras não. Mas ele quer mais. Paes está treinando malabarismo com bolinhas para ficar nos sinais e coordenação

Seis meses após o pomposo lançamento nos Estados Unidos, o serviço de streaming de música Tidal chega oficialmente hoje (29) ao Brasil com preços competitivos.

O serviço encabeçado por Jay-Z e que tem como sócios nomes como Madonna, Beyoncé e Rihanna, é um dos principais concorrentes mundiais do Spotify, que atualmente domina o mercado de streaming de música.

No Brasil, o Tidal, que é exclusivamente pago, chega custando R$ 14,90 na sua versão Premium e R$ 29,90 no pacote Tidal HiFi. A principal diferença entre eles está na qualidade do áudio disponibilizado, já que no plano mais caro, as músicas são em Lossless, a mesma qualidade de CDs e Vinis.

Essa qualidade toda, aliás, é uma das principais propagandas do Tidal, já que seus áudios rodam a 1411 kbps, enquanto os do Spotify, por exemplo, não passam de 320 kbps. Isso tudo num catálogo com mais de 35 milhões de músicas e cerca de 85 mil vídeos em HD.

Outra bandeira levantada pelo Tidal é o de conteúdos exclusivos. Como muitos de vocês já devem ter percebido, por exemplo, clipes de artistas como Beyoncé, Nicki Minaj e Rihanna têm saído lá primeiro, antes de qualquer outro lugar.

Aqui no Brasil, o Tidal também terá conteúdos exclusivos, principalmente com artistas em revelação, como Don L, Família Madá e Pearls Negras.

Para mais informações sobre o serviço e assinatura, é só acessar o site.

(Com informações do G1)

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These days, if you like a piece of music, you might well say that you’re “feeling it” — or you might have said it a decade or two ago, anyway. But deaf music-lovers (who, as one may not immediately assume, exist) do literally that, feeling the actual vibrations of the sound with not their ears, but the rest of their bodies. Not only could the deaf and blind Helen Keller, a pioneer in so many ways, enjoy music, she could do it over the radio and articulate the experience vividly. We know that thanks to a 1924 piece of correspondence posted at Letters of Note.

“On the evening of February 1st, 1924, the New York Symphony Orchestra played Beethoven’s Ninth Symphony at Carnegie Hall in New York,” writes the site’s author Shaun Usher. “Thankfully for those who couldn’t attend, the performance was broadcast live on the radio. A couple of days later, the orchestra received a stunning letter of thanks from the unlikeliest of sources: Helen Keller.” The first ecstatic paragraph of her missive, which you can read whole at the original post, runs as follows:

I have the joy of being able to tell you that, though deaf and blind, I spent a glorious hour last night listening over the radio to Beethoven’s “Ninth Symphony.” I do not mean to say that I “heard” the music in the sense that other people heard it; and I do not know whether I can make you understand how it was possible for me to derive pleasure from the symphony. It was a great surprise to myself. I had been reading in my magazine for the blind of the happiness that the radio was bringing to the sightless everywhere. I was delighted to know that the blind had gained a new source of enjoyment; but I did not dream that I could have any part in their joy. Last night, when the family was listening to your wonderful rendering of the immortal symphony someone suggested that I put my hand on the receiver and see if I could get any of the vibrations. He unscrewed the cap, and I lightly touched the sensitive diaphragm. What was my amazement to discover that I could feel, not only the vibrations, but also the impassioned rhythm, the throb and the urge of the music! The intertwined and intermingling vibrations from different instruments enchanted me. I could actually distinguish the cornets, the roll of the drums, deep-toned violas and violins singing in exquisite unison. How the lovely speech of the violins flowed and plowed over the deepest tones of the other instruments! When the human voice leaped up trilling from the surge of harmony, I recognized them instantly as voices. I felt the chorus grow more exultant, more ecstatic, upcurving swift and flame-like, until my heart almost stood still. The women’s voices seemed an embodiment of all the angelic voices rushing in a harmonious flood of beautiful and inspiring sound. The great chorus throbbed against my fingers with poignant pause and flow. Then all the instruments and voices together burst forth—an ocean of heavenly vibration—and died away like winds when the atom is spent, ending in a delicate shower of sweet notes.

Keller ends the letter by emphasizing her desire to “thank Station WEAF for the joy they are broadcasting in the world,” and since she first enjoyed the symphony on the radio, it makes sense, in a way, that we should enjoy her letter on the radio. Not long after Letters of Note made its post, NPR picked up on the story, and Weekend Edition‘s Scott Simon read an excerpt over a musical backdrop, which you can hear above. And if we have any deaf readers who listen to, say, NPR in Keller’s manner, let me say how curious I’d be to hear the details of that experience as well.

And deaf, hearing, or otherwise, you’ll find much more of this sort of thing in Letters of Note’s immaculately designed new print collection More Letters of Note, about which you can find all the details here. It goes on sale on October 1.

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Colin Marshall writes elsewhere on cities, language, Asia, and men’s style. He’s at work on a book about Los Angeles, A Los Angeles Primer, the video series The City in Cinema, and the crowdfunded journalism project Where Is the City of the Future? Follow him on Twitter at @colinmarshall or on Facebook.

“A Glorious Hour”: Hellen Keller Describes Her Ecstatic Experience Feeling Beethoven’s Ninth Played on the Radio (1924) is a post from: Open Culture. Follow us on Facebook,Twitter, and Google Plus, or get our Daily Email. And don’t miss our big collections of Free Online Courses, Free Online Movies, Free eBooksFree Audio Books, Free Foreign Language Lessons, and MOOCs.

Quelques jours plus tôt étaient dévoilées les incroyables photographies sous-marines des apnéistes Alex Voyer et Alex Roubaud. Aujourd’hui nous faisons un focus sur une autre de leur série réalisée dans un environnement radicalement différent bien que sous l’eau également. En effet, c’est dans plusieurs piscines très célèbres telles que la piscine Molitor que le duo a photographié des clichés très esthétiques, mettant en valeur les silhouettes des plongeurs, l’effet produit lors d’un saut dans l’eau ainsi que les marquages géométriques.