Beto Richa prepara nova farra com cargos comissionados

O governador Beto Richa (PSDB) não está nem aí para a crise que ele e seu pateta secretário de Fazenda, Mauro Ricardo, meteram o Paraná. Por isso mesmo

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Panama Papers: el secretario legal y técnico de Macri implicado como intermediario vip

Pablo Clusellas ocupa el cargo que tenía Carlos Zannini durante la presidencia de Cristina Fernández de Krichner. Clusellas es amigo del Presidente desde la edad escolar en el Cardenal Newman. Se conoció ahora que fue el hombre de referencia, durante 10 años, del Mossack-Fonseca, el estudio panameño especialista en crear sociedades offshore. “Amigo de la…

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José Iglesias: “El hijo de puta del jefe de gobierno ni siquiera dio una conferencia de Prensa”

El referente de los padres de víctimas de Cromañón y titular de la ONG Que no se repita, tuvo graves denuncias contra la tragedia producida en Costa Salguero durante la fiesta Time Warp. En diálogo con Un poco nomás, conducido por Eduardo Valdés en AM 750 los domingos de 10.30 a 13 hs, Iglesias señaló…

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“O povo virou as costas para Dilma”: Mano Brown e “o silêncio da favela”. Por Kiko Nogueira

  No último dia 20, no Rio de Janeiro, Mano Brown fez um discurso durante um show dos Racionais MCs. Chamou seu público às falas. Brown abriu falando que viu “a população virar as costas pra Dilma”. “E eu vi o que é o poder da televisão em um país de terceiro mundo, o que é um país de terceiro mundo se informar. Onde a televisão elege e derruba quem eles querem. Aí eu falei: já que o povo escolheu isso, que assim seja.” “Se o povo decidiu derrubar um governo, que assim seja. Daqui para frente, é cada um cada um. Não siga o Mano Brown que você pode tombar do precipício. Papo reto”, continuou. “Em São Paulo, a maioria da população é de preto. E tá usando tudo isso de droga: cocaína, maconha, balinha, lança-perfume, novela da Globo, Jornal Nacional, todas as drogas possíveis. Vamos chapar? Vamos chapar de Rede Globo, de Jornal Nacional, vamos chapar de William Bonner. Enquanto a favela faz silêncio, a elite manipula. O dia em que o povo se omitiu. O dia em que a favela ficou quieta, em silêncio, e deixou eles tomarem o que a favela conquistou”. O puxão de orelha de Brown é um lembrete de que o jogo tem alguma chance de virar de fato se a periferia silenciosa gritar. Com todo respeito aos seus praticantes, abraçaço não resolve qualquer parada, embora renda boas fotos. A classe média já tomou sua posição e ajudou a jogar o país no colo de Eduardo Cunha e Michel Temer. E os pobres? O presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles, deu um depoimento sobre essa ausência das avenidas. “As classes C e D são muito menos presentes nas passeatas do que são na população brasileira”, afirmou à EBC. “Isso acontece porque ela acha que essa é uma briga da elite. Ela não vê as pautas que realmente interessam presentes”. Para Meirelles, a narrativa do golpe é eficiente para uma determinada parcela dos formadores de opinião. “Mas diz pouca coisa para as classes C e D, que são a grande maioria dos eleitores”, pontuou. O Datafolha traçou um perfil dos manifestantes pró e contra o governo na Paulista nos dias 13 e 18 de março. A renda e o grau de instrução são absolutamente similares — em ambos os casos, bem superiores à média da cidade de São Paulo. Veja bem: não estou diminuindo, de maneira alguma, a sua ou a minha participação nos protestos pela democracia. Muito pelo contrário. Resistir é preciso. Mas, como lembrou Mano Brown, o placar vai mudar quando — e se — a favela perceber que estão tomando o que ela conquistou. Não será Brown que vai acordar ninguém. Ele mesmo rejeita esse papel no início de sua “confissão” no Rio. Brown, que fez campanha para Lula, falou no ano passado que quer que “o PT se foda”. Lúcido e esperto, porém, sabe quem são os cunhas e o que eles representam. Foi o sambista Wilson das Neves que cantou: “O dia em que o morro descer e não for carnaval, ninguém vai ficar pra assistir o desfile final.” É esperar pra ver.  

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Relacionamento Afrocentrado não é conto de fadas da Disney – Geledés

Relações afrocentradas são aquelas que envolvem escolha de e entre parceiros negros, podendo ser de diferentes gêneros e orientações sexuais. A atualidade da discussão sobre o tema  traz a existência de um preterimento sobre os símbolos sociais que alguns corpos negros representam. Hoje se fala de solidão afetiva também entre mulheres negras trans, mulheres negras …

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David Miranda: “João Roberto Marinho me atacou no Guardian e tentou enganar o mundo. Eis minha resposta”

Publicado no Intercept. POR DAVID MIRANDA   O que o mais poderoso homem do Brasil, o herdeiro bilionário do império das organizações Globo, João Roberto Marinho, estava fazendo nos comentários do Guardian? É verdade, seu comentário recebeu um cobiçado tag de ‘recomendado’ pelos editores do Guardian – parabéns, João! – mas ainda assim, não é o lugar onde se espera encontrar o multi-bilionário plutocrata hereditário brasileiro. Na dia 21 de Abril, publiquei um artigo no The Guardian, no qual abordava questões sobre o impeachment da presidenta Dilma Rousseff e o papel da mídia dominante do Brasil, protagonizado pela Globo. João respondeu com raiva – e com óbvias mentiras. Os editores do Guardian puseram seu texto na seção de comentários. Vejam só, João critica meu artigo e me chama de mentiroso em alguns trechos de sua resposta. Olha, João, como quase todos os brasileiros, eu tive que lutar bastante para ganhar meu espaço. Não herdei uma grande empresa  e alguns bilhões dos meus pais. As coisas que tive que superar na minha vida foram muito mais duras do que seu esforço para me desqualificar com condescendência, e não é difícil demonstrar que sua resposta está cheia de falsidades. De fato, a resposta de João merece mais atenção do que um mero comentário porque ela está recheada de propaganda enganosa e de falsidades pró-impeachment – exatamente o que ele tenta negar que a Globo esteja fazendo – e portanto revela uma grande coisa (hoje, o comentário dele foi atualizado para uma carta). Antes de entrar naquilo que João realmente fala, vamos começar com algo que ele não menciona: o histórico papel da Globo no Brasil. Sob o comando de seu pai, a Globo saudou e glorificou o golpe civil militar que removeu um governo de esquerda e democraticamente eleito no país. Ainda pior, passaram os 20 anos seguintes como o grande meio de propaganda da brutal ditadura militar que torturou e matou dissidentes e suprimiu toda e qualquer opinião divergente. Em 1984, a Globo simplesmente mentiu para o país quando descreveu um enorme protesto pró-democracia em São Paulo como uma festa pelo aniversário da cidade. A riqueza e o poder da família Marinho cresceram como resultado direto de sua servidão aos militares ditadores do Brasil. No momento em que os protestos anti-governo explodiram, em 2013, já havia um amplo consenso entre os brasileiros a respeito do golpe militar, e a história da Globo se tornou um enorme constrangimento corporativo. Então, fizeram o que toda corporação faz uma vez que sua má conduta se volta contra sua marca: finalmente reconheceram o que fizeram e – quase meio século depois – pediram desculpas. Mas tentaram diluir sua responsabilidade dizendo – acertadamente – que outras organizações de mídia que ainda dominam o Brasil e que têm sido tão apoiadoras do Impeachment quanto a Globo (como Estadão e Abril) também apoiaram o golpe. Tentavam diminuir o apoio da Globo não só ao golpe mas também aos 20 anos de ditadura que se seguiram. Mas as organizações continuam sob o comando da mesma família, com as mesmas táticas e os mesmos objetivos. Essa é a infame história da Globo e da família Marinho no Brasil, uma de suas principais fontes de riqueza e poder, e um reflexo do papel que continuam a desempenhar – eles e suas bem pagas personalidades de TV. Essa não é a conduta de uma organização de mídia genuína. É a conduta de uma família oligárquica usando seus meios de comunicação para moldar e manipular a opinião pública em favor de seus interesses. Passemos agora ao comentário de João: O artigo do Sr. David Miranda (“A verdadeira razão dos inimigos de Dilma Rousseff quererem cassá-la”, de 21 de abril, publicado pelo The Guardian) pinta uma completamente falsa imagem do que estáacontecendo no Brasil hoje. Ele não menciona que tudo começou com uma investigação (chamada Operação Lava-Jato), que por sua vez revelou o maior esquema de suborno e corrupção na história do país, envolvendo os principais membros do Partido dos Trabalhadores (PT), assim como líderes de outros partidos da coalizão do governo, funcionários públicos e magnatas dos negócios. O que é “completamente falso” é a tentativa de João de levar os leitores a acreditarem que a Lava Jato é o que está por trás do impeachment de Dilma. É verdade que o PT, como a maioria dos grandes partidos, se mostrou repleto de enormes problemas de corrupção, e que muitas de suas figuras estão implicadas na Lava Jato. O caso jurídico para o impeachment não está, no entanto, baseado em nada daquilo, mas em argumentos de que ela manipulou o orçamento público para fazê-lo parecer mais forte do que realmente era. A enganosa tentativa de João de confundir o público estrangeiro misturando a operação Lava Jato com o impeachment de Dilma exemplifica perfeitamente o tipo de fraude e o viés pró-impeachment que a Globo vem disseminando institucionalmente por mais de um ano. Além disso, as figuras políticas que a Globo vem cortejando, e que serão aqueles implantados pelo impeachment – incluindo o Vice Presidente Michel Temer e o Presidente da Câmara Eduardo Cunha, ambos do PMDB – são, ao contrário de Dilma, acusados de graves atos de corrupção pessoal, provando que, quando pessoas como João citam a corrupção para justificar o impeachment, esse é um mero pretexto para remover, antidemocraticamente, a líder que eles repudiam e instalar aqueles de sua predileção. A imprensa brasileira em geral, e o Grupo Globo, em particular, cumpriram o seu dever de informar sobretudo, como teria sido o caso em qualquer outra democracia no mundo. Vamos continuar a fazer o nosso trabalho, não importa quem possa ser afetado pela investigação. A sugestão de que a Globo é uma organização de notícias neutra e imparcial – ao invés de principal braço de propaganda da oligarquia brasileira – é cômica para qualquer um que já tenha assistido a seus programas. A rigor, a parcialidade da Globo, e em particular de seu principal show noturno de notícias, o Jornal Nacional, tem sido tão escancarada que se tornou uma fonte inesgotável de piadas. Essa é uma razão pela qual os manifestantes pró-democracia escolheram os edifícios das organizações Globo como alvos. Precisamente para evitar […]

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Trabalhadores do campo reúnem 6 mil contra o impeachment e pela reforma agrária

Cerca de 6 mil trabalhadores no campo estão em marcha nesta segunda-feira, 25, em cinco Estados contra o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff e pela Jornada Nacional de Luta pela Reforma Agrária. O protesto foi convocado pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e tem o apoio da Frente Brasil Popular.

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Anistia Internacional: Governo mexicano esconde a verdade sobre Ayotzinapa

O relatório final dos peritos independentes da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) sobre o caso Ayotzinapa que deixou 43 alunos desaparecidos em setembro de 2014 revela a determinação do governo de esconder a verdade deste massacre. É o que afirma a Anistia Internacional nesta segunda-feira (25).

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‘Pedalada’: Governadores usaram restos a pagar para fazer superavit – Portal Vermelho

Matéria publicada nesta segunda (25) pelo jornal Valor Econômico mostra que estados e Distrito Federal praticaram uma espécie de “pedalada fiscal” para melhorar suas contas. As manobras promovidas pelos governadores permitiram aos estados sair de um deficit primário de R$ 13,2 bilhões em 2014 e, após um ajuste fiscal, alcançar um superavit primário de R$ 9,1 bilhões em 2015.

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