Brasil, Brasis

“A crise vai ser solucionada no dia seguinte à posse do governo golpista”, diz o colunista Aderbal Freire-Filho, para quem todos os problemas do País desaparecerão, como num passe de mágica, após a posse de Michel Temer; “O que custa resolver a crise do Brasil dos jornais? Os donos do Brasil dos jornais preparam novos gráficos que destaquem os índices positivos de crescimento e escondam os índices negativos, exatamente ao contrário de como vêm fazendo desde que perderam as eleições de 2014. E é assim que todos os problemas do Brasil vão acabar”, prevê

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O impeachment de Keynes

“Os golpistas querem muito mais que o impeachment da presidente Dilma. Eles querem fazer o impeachment das teorias de John Maynard Keynes (1883-1946), o mais importante economista do século XX”, diz o senador Lindbergh Farias (PT-RJ); “Sem política fiscal, uma economia tende a minguar e o desemprego passa a ser natural. Não existe economia forte sem Estado forte. E para a economia, o Estado deve aparecer como regulador, mas principalmente como um orientador de investimentos privados que devem ser estimulados por políticas fiscais potentes. Criminalizar e condenar a existência da política fiscal é sinônimo de impeachment para as ideias de Keynes – o que nem mesmo a literatura econômica durante décadas conseguiu”, afirma

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O crepúsculo deprimente de um ex-defensor da educação brasileira. Por Carlos Fernandes

Houve um tempo em que o senador Cristovam Buarque representava uma das raras ilhas de lucidez e coerência em meio a um oceano de hipocrisia, ignorância e estupidez política. Para ele não importava o problema secular que o país enfrentasse, a educação, e só ela, era a solução definitiva. Não é exagero falar que Cristovam dedicou uma grande parte de sua vida em defesa de uma educação pública inclusiva e de qualidade para todos. Sobretudo para os menos favorecidos. Durante muito tempo utilizou de sua erudição para divulgar a importância do ensino público, dos profissionais da educação e das políticas governamentais para a democratização do ensino como as cotas raciais e o financiamento público para estudantes pobres em universidades particulares. É justamente em função desse histórico invejável que Cristovam Buarque é hoje a maior decepção entre os principais traidores da jovem e inexperiente democracia brasileira. Que víboras como Michel Temer, Eduardo Cunha, Aécio Neves e todos os seus asseclas acampem no pantanoso terreno de um golpe de Estado não é surpresa alguma. Mas alguém com as credenciais de CB aderir a um expediente tão avesso à democracia e à Constituição Federal é realmente desalentador. Não é à toa que está em curso no Distrito Federal um dos movimentos mais impressionantes e conscientes de agravo a um político feito exatamente pelos eleitores que o elegeram. A outrora referência de dignidade, Cristovam Buarque, agora é alvo de uma campanha de “desvotação”. Nem Eduardo Cunha, um energúmeno, conseguiu tamanha desonra. A revolta com que os cidadãos que votaram em Cristovam acreditando ser ele um porto seguro contra toda essa insanidade é gritante. É enorme a desilusão dos movimentos sociais que o ajudaram durante tanto tempo a estar no lugar de destaque que ocupa atualmente. As evidências do descontentamento já são claras. O senador foi hostilizado recentemente numa livraria. Entre palavras de ordem, foi obrigado a ouvir de pessoas que provavelmente nutriam grande afeto por ele o estigma de “fascista” e “golpista”. É inegável que o Brasil de transformou numa grande dicotomia ideológica. Chega a ser deprimente constatar que CB optou por opor-se ao lado onde se encontram todos os movimentos sociais, todos os partidos políticos de esquerda, a Organização dos Estados Americanos – OEA, a Organização das Nações Unidas -ONU, toda a imprensa internacional especializada, um vencedor do Pulitzer, um Nobel da Paz e até o Papa mais socialista da história recente da Igreja Católica. Mais deprimente ainda é constatar que o homem que defendia a educação agora é defensor de um governo ilegítimo que, ao que tudo indica, trará um crápula como José Serra para o Ministério da Educação. Na prática é impor o desastre do governo Alckmin nesse setor a todo o país. Trocando em miúdos – para não deixar Chico Buarque fora dessa discussão em que o outro Buarque faz um papel tão abjeto – Cristovam nega, descaradamente, Darcy Ribeiro, talvez o maior educador da história desse país. É imprevisível saber como Dilma Roussef sairá dessa monstruosidade a que está sendo submetida. Mas uma coisa é certa. Ou Cristovam Buarque retorna urgentemente às suas origens ou um dos maiores perdedores de toda essa história será exatamente ele. Depois, é claro, da democracia e de toda a população brasileira.

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O Brasil precisa de mais, não de menos democracia

“Eleito como vice de Dilma com um programa, Temer pretende assumir a presidência, pela via de um golpe, para colocar em prática o programa oposto, derrotado nas eleições que os elegeram. Porque só pela via de um golpe um programa antipopular pode se impor, nunca o seria pelo crivo do voto popular”, diz o colunista Emir Sader, que coloca uma questão fundamental; “Nós perguntamos: com que mandato, quem os elegeu para dilapidar os direitos do povo e o patrimônio público? Ninguém”

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Brasileiros denunciam ameaça aos direitos dos trabalhadores no 1º de maio em Lisboa

Um grupo de brasileiros se juntou à tradicional marcha do Dia do Trabalhador organizada pela CGTP (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses), em Lisboa neste domingo, para denunciar que o golpe à democracia em curso no Brasil ameaça principalmente os direitos e as conquistas dos trabalhadores.

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