Historiador se nega a dar entrevista à Globo

“O grupo conspira contra a democracia”

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Repulsivo e sedutor: Carlos Imperial, o mais vistoso símbolo da era dos cafajestes – Socialista Morena

Houve um tempo no Brasil em que não era considerado abominável a um homem ser cafajeste, pelo contrário. Ter várias mulheres ao mesmo tempo, chamá-las por codinomes depreciativos e tratá-las abertamente como um objeto descartável, facilmente substituível, era tido como algo normal e até invejável. Essa era dos cafajestes teve alguns representantes notáveis, entre eles …

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INVESTIGADO PELO MP, CAPEZ TRANSFORMOU EM CRIME A DÚVIDA DOS ESTUDANTES SOBRE ONDE FOI PARAR A MERENDA | Jornalistas Livres

O presidente da Casa, Fernando Capez (PSDB), foi quem pediu a reintegração de posse no plenário da Assembleia. Capez também entrou com uma ação judicial contra a presidenta da UBES, Camila Lanes. O tucano é um dos investigados pelo Ministério Público. Caso não deixassem a Alesp, os estudantes teriam de pagar multa diária e individual de 30 mil reais para cada ocupante da casa. Capez afirmou que o valor estipulado da multa é justificável porque ele tem fotos de estudantes com computadores da Apple de R$ 20 mil e viu estudantes chegarem de carro blindado na assembléia. Querer entender onde foi parar a merenda virou crime em São Paulo. Relacionado

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A decência exige que o processo comandado por Cunha seja anulado. Por Paulo Nogueira

Suponha um jogo de futebol de extrema importância. Uma decisão de Copa do Mundo, por exemplo. A partida é realmente esquisita. Um time pareceu absurdamente favorecido pelo juiz. Acabou derrotado. Alguns dias depois, fica-se sabendo que o organizador fez horrores. Comprou não apenas o juiz, mas o goleiro adversário. E colocou uma fortuna nas casas de apostas para lucrar com seu crime. O que você faz? Há uma única saída. Você anula o resultado, ou a Copa e o futebol em si ficarão irremediavelmente desmoralizados. É mais ou menos esse o quadro do processo de impeachment. Como respeitar – e aceitar – o resultado do jogo armado por Eduardo Cunha na Câmara dos Deputados? Não dá. Muito menos depois do relatório do ministro Teori Zavascki na sessão do STF que determinou o afastamento de Cunha por 11 votos a zero. Caberá ao futuro descobrir por que Teori levou uma eternidade de quatro meses para fazer o que deveria ter feito com a urgência que o assunto impunha. Mas não é isso que importa, na discussão que se abre a partir de agora. O que interessa é que Teori falou, enfim, e suas palavras expõem o caráter criminoso do condutor do impeachment e, por extensão, do impeachment em si. Como acreditar num julgamento conduzido por alguém que, segundo Teori, não reúne as “mínimas condições” para presidir a Câmara? Como um sujeito com tais credenciais pode comandar um processo em que, mais que um governo, a democracia corre risco de vida? É certo que Cunha deveria ter sido detido em seu intento de lesa pátria muito antes. Mas não foi, sabe-se lá por quê. Mas este atraso não muda a essência do drama. É Cunha que tramou o golpe. É ele que fez sua tropa de choque realizar o espetáculo grotesco daquele domingo em que bufões corruptos e cínicos votavam pelo impeachment em nome de coisas como a família quadrangular, os maçons, e pais, mães, filhos, filhas e netos. Se Teori não tivesse engavetado o pedido de remoção de Cunha, os brasileiros teriam sido poupados de coisas repulsivas – além da paralisação do país com consequências funestas para a economia e para a vida das pessoas. Mas, ainda que com formidável atraso, ele desengavetou, e ficou escancarado o caráter viciado, indecente do processo de impeachment. Cunha se consagrou, nos últimos tempos, como a maior vocação corrupta da história da República. Foram tais e tantos seus crimes que mesmo aqueles que o apoiavam por estar tentando derrubar Dilma passaram a ver nele um remédio pior que a doença. Sumiram frases como “somos todos Cunha”, ou “ele é corrupto mas é nosso”, ou tantas outras asneiras do gênero. Um governo que nasça sob o estigma do processo orquestrado por Cunha terá chances abaixo de zero de se firmar e realizar a tarefa épica de retirar o país da crise moral, econômica e política em que está atolado. Tal governo inaugurará, se nada for feito, a “República do Cunha”. Alguém deseja isso?

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O Supremo, suas contradições e dúvidas: suspenderá o impeachment? | Marcelo Auler

Marcelo Auler A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) na tarde de quinta-feira (05/05) suspendendo o exercício do mandato parlamentar de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e, consequentemente, afastando-o da presidência da Câmara, ainda que atendendo uma vontade quase unanime da sociedade brasileira, guarda mistérios e contradições, que só o tempo mostrará a que serviram e porque foram …

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Multa foi abusiva e Capez tentou desqualificar o movimento estudantil | Jornalistas Livres

A defensora pública Mara Renata da Mota Ferreira, do Núcleo de Infância e Juventude da Defensoria do Estado de São, considerou abusiva e desproporcional a multa de R$ 30 mil por cada estudante que permanecesse na ocupação da Assembleia Legislativa de São Paulo. “O juiz pode se valer de diferentes medidas coercitivas numa ordem judicial. A multa é uma delas. No pedido da Alesp, havia menção à multa mas não a esse valor. Isso foi estipulado pelo juiz” , disse a defensora. Em entrevista coletiva, o presidente da Alesp, Fernando Capez (PSDB) afirmou que o valor estipulado da multa é justificável porque ele tem fotos de estudantes com computadores da Apple de R$ 20 mil e viu estudantes chegarem de …

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Stones não querem as suas músicas na campanha de Trump – Portal Fórum

Os Rolling Stones pediram ao candidato republicano Donald Trump para não usar as suas músicas durante a campanha juntando-se, desta forma, a Adele e ao R.E.M. Por Esquerda.net “Os Rolling Stones nunca autorizaram a campanha de Trump a usar as suas canções e pediram ao candidato para parar imediatamente”, disse o porta-voz da banda em comunicado …

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