A ingovernabilidade do golpismo de Temer

“As ditaduras impõem sua governabilidade pela força. As democracias, pela legitimidade do voto popular. Temer não dispõe nem de uma, nem de outra”, diz o colunista Emir Sader; “Com um Congresso fraco e fragmentado, com uma equipe muito vulnerável às acusações de corrupção, com um programa fortemente antipopular, com um movimento popular mobilizado contra ele, com a opinião publica nacional e internacional condenando seu golpe, Temer tem todas as condições de sucumbir à ingovernabilidade, ser prisioneiro da inércia e fracassar fragorosamente em prazo curto”

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Mulheres negras pedem justiça para Luana Reis, morta após ser espancada por PMs – Negro Belchior

Manifestantes ocuparam uma via da avenida Paulista, na capital paulista, em protesto contra a violência sofrida por Luana Barbosa dos Reis, que faleceu em consequência de isquemia cerebral dias depois de ser agredida por policiais militares em Ribeirão Preto (SP) por Alê Alves (texto), especial para a Ponte Jornalismo e Daniel Arroyo (fotos e vídeo) Na última terça (03/05), um grupo composto majoritariamente por mulheres negras protestaram em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na avenida Paulista, em São Paulo, contra a morte de Luana Barbosa dos Reis, de 34 anos, por uma isquemia cerebral dias após ser espancada por três policiais militares na periferia de Ribeirão Preto, interior paulista. Organizado por alguns coletivos dos movimentos negro, feminista e LGBT, o protesto durou cerca de duas horas. Com faixas e cartazes com inscrições “Luana, presente”, “Deixem-nos viver” e “Mulheres negras em marcha contra o racismo, machismo e genocídio”, os manifestantes saíram do Masp e caminharam até a porta do Itaú Cultural, na mesma avenida, onde o protesto foi encerrado por volta das 20 horas com uma roda de jongo e uma intervenção teatral do grupo “Levante Mulher”. Todo o trajeto foi acompanhado por policiais militares. Segundo familiares entrevistados pela Ponte …

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Pela democracia e liberdade que nunca tivemos, mas que jamais desistiremos! – Negro Belchior

Por Douglas Belchior Estou e permanecerei nas ruas, somarei meu corpo às manifestações contra o golpe  – o impeachment, do lado histórico que me cabe. Mas não vou “de alegre”. Nem vou para bater palma pra louco! Não comemoro democracia que mata pretos; Não celebro liberdade democrática que encarcera em massa os pobres; Não defendo governos ou lideranças que traem causas populares; Também sou contra a corrupção. Mas visto vermelho! Não quero para ninguém uma justiça seletiva, que escolhe alvo, bem como sempre foi e é com o povo negro. Não aceito que redes de TV, rádios, jornais e revistas, feito terroristas, bombardeiem  o povo com mentiras e maldades. Não concordo que líderes religiosos usem a fé das pessoas, para pregar a discórdia e a guerra. Não quero de volta descendentes raciais e políticos dos escravocratas na condução política do país. Por isso vou para a rua. Não por defender o que está aí – indefensável que é -, mas por acreditar no que há por vir. Pela democracia e liberdade que nunca tivemos, mas que jamais desistiremos!

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Debora, das Mães de Maio: “Não temos o que comemorar no dia das mães” – Negro Belchior

  “… era finados. Eu parei em frente ao São Luís do outro lado E durante uma meia hora olhei um por um e o que todas as Senhoras Tinham em comum: a roupa humilde, a pele escura, o rosto abatido pela vida dura. Colocando flores sobre a sepultura. Podia ser a minha mãe, que loucura…” Racionais Mc’s   Por Douglas Belchior, com fotos do facebook das Mães de Maio   Este Maio de 2016 marca os 10 anos dos Crimes de Maio, a maior chacina praticada por agentes estatais na história contemporânea do Brasil. Os poucos inquéritos policiais instaurados foram arquivados. A letalidade policial em São Paulo continua uma das mais altas do mundo. Só neste ano, em janeiro e fevereiro a polícia matou 137 pessoas, uma média de duas execuções por dia. E esses são dados oficiais. Imagine você o que deve ser os números reais. Há ainda, os conhecidos casos que envolvem grupos de extermínio, possivelmente compostos por policiais militares, que a cada período promovem matanças, tais como as ocorridas em Osasco e Carapicuíba, há alguns meses. Para marcar o retorno deste Blog à ativa, fomos ao encontro de Debora Maria da Silva, fundadora e coordenadora nacional do Movimento das …

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