Todo mundo é psicopata

No começo da década de 1960, Stanley Milgram, psicólogo e cientista social, fazia coro aos incrédulos que, em choque, se perguntavam como os alemães haviam

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‘Governo’ Temer = instabilidade política, insegurança jurídica, retrocesso social e isolamento internacional

Diante desse tempo obscuro, taciturno e soturno resta a resistência política nas ruas e nos espaços públicos e nos espaços institucionais.

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Maioria dos senadores que votarão impeachment de Dilma são investigados

Senadores que votarão o impeachment de Dilma nesta quarta-feira respondem a acusações como improbidade administrativa e corrupção. Tem também político cassado, como o ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB), ou que renunciou para fugir da cassação, a exemplo de Jader Barbalho (PMDB)

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Ao comentar o golpe no Paraguai, em 2012, Galeano descreveu o golpe no Brasil

Faltando 24 horas para a deposição de Dilma pelo Senado, vale recordar as palavras do já falecido Eduardo Galeano registradas em 2012. Ao tratar do golpe realizado no Paraguai, o intelectual fez ponderações dignas de um exímio observador político e que se aplicam perfeitamente ao atual quadro brasileiro. Os processos são idênticos, assim como as forças que os regem. Seria o Brasil capaz de trilhar outro destino, ou se trata de uma luta perdida contra poderes inabaláveis?

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Inícios de romances memoráveis. Por Luísa Gadelha

Há aqueles romances que nos prendem desde a primeira frase, e há aqueles em que é preciso insistir, se esforçar, até ser fisgado pela história. Não que um tipo seja superior ao outro. Mas há inícios que são tão belos que merecem ser gravados, seja na memória ou naquele caderninho de anotações. Existe até mesmo um romance sobre a arte de colecionar começos de romances: o enredo de O negociante de inícios de romances, do escritor franco-romeno Matéi Visniec, traz um aspirante a escritor que encontra-se com um misterioso homem que diz ter escrito a frase de abertura de livros de escritores célebres, como Camus, Kafka e Thomas Mann. A trama evolui até a discussão sobre softwares-escritores, e a possibilidade de a tecnologia ser capaz de compreender e produzir literatura. Ficção científica à parte, há inícios de romances realmente memoráveis. Eis alguns deles. Milagrário pessoal (José Eduardo Agualusa) As palavras, como os seres vivos, nascem de vocábulos anteriores, desenvolvem-se e fatalmente morrem. As mais afortunadas reproduzem-se. Há as de índole agreste, cuja simples presença fere e degrada, e outras que de tão amoráveis tudo à sua volta suavizam. Estas iluminam, aquelas confundem. Umas são selvagens, irascíveis, cheiram mal dos pés, fungam e cospem no chão. Outras, logo ao lado, parecem altivas e delicadas orquídeas. A hora da estrela (Clarice Lispector) Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o quê, mas sei que o universo jamais começou. Bom dia, tristeza (Françoise Sagan) Sobre esse sentimento desconhecido cujo tédio, cuja doçura me inquietam, hesito em usar o nome, o belo e profundo nome de tristeza. É um sentimento tão completo, tão egoísta, que quase me envergonha, ao passo que a tristeza sempre me pareceu digna. Esta, eu não conhecia, mas sim o tédio, a saudade e, mais raramente, o remorso. Hoje, algo se dobra sobre mim como uma seda, leve e suave, e me separa dos outros. Um conto de duas cidades (Charles Dickens) Aquele foi o melhor dos tempos, foi o pior dos tempos; aquela foi a idade da sabedoria, foi a idade da insensatez, foi a época da crença, foi a época da descrença, foi a estação da Luz, a estação das Trevas, a primavera da esperança, o inverno do desespero; tínhamos tudo diante de nós, tínhamos nada diante de nós. Carta a D. (André Gorz) Você está para fazer oitenta e dois anos. Encolheu seis centímetros, não pesa mais do que quarenta e cinco quilos e continua bela, graciosa e desejável. Já faz cinquenta e oito anos que vivemos juntos, e eu amo você mais do que nunca. De novo, carrego no fundo do meu peito um vazio devorado que somente o calor do seu corpo contra o meu é capaz de preencher. Ana Karenina (Liev Tolstoi) Todas as famílias felizes se parecem entre si; as infelizes são infelizes cada uma à sua maneira. O Estrangeiro (Albert Camus) Hoje, minha mãe morreu. Ou talvez ontem, não sei bem. Recebi um telegrama do asilo: “Sua mãe falecida: Enterro amanhã. Sentidos pêsames”. Isto não quer dizer nada. Talvez tenha sido ontem. Memórias do Subsolo (Fiodor Dostoiévski) Sou um homem doente… Sou mau. Não tenho atrativos. Acho que sofro do fígado. Aliás, não entendo bulhufas da minha doença e não sei com certeza o que é que me dói. Não me trato, nunca me tratei, embora respeite os médicos e a medicina. Além de tudo, sou supersticioso ao extremo; bem, o bastante para respeitar a medicina. (Tenho instrução suficiente para não ser supersticioso, mas sou.) Não, senhores, se não quero me tratar é de raiva. Isso os senhores provavelmente não compreendem. Que assim seja, mas eu compreendo. Certamente, não poderia explicar a quem exatamente eu atinjo, nesse caso, com a minha raiva; sei perfeitamente que, não me tratando, não posso prejudicar os médicos; sei perfeitamente bem que, com isso, prejudico somente a mim e a mais ninguém. Mesmo assim, se não me trato, é de raiva. Se o fígado dói, que doa ainda mais. Bonsai (Alejandro Zambra) No final, ela morre e ele fica sozinho, ainda que na verdade ele já tivesse ficado sozinho muitos anos antes da morte dela, de Emilia. Digamos que ela se chama ou se chamava Emilia e que ele se chama, se chamava e continua se chamando Julio. Julio e Emilia. No final, Emilia morre e Julio não morre. O resto é literatura. Como me tornei estúpido (Martin Page) Sempre parecera a Antoine contabilizar sua idade como os cães. Quando tinha sete anos, ele se sentia gasto como um homem de quarenta e nove anos; aos onze, tinha desilusões de um velho de setenta e sete anos. Hoje, aos vinte e cinco, na expectativa de uma vida mais tranquila, Antoine tomou a decisão de cobrir o cérebro com o manto da estupidez. Ele constatara muitas vezes que inteligência é palavra que designa baboseiras bem construídas e lindamente pronunciadas, e que é tão traçoeira que frequentemente é mais vantajoso ser uma besta que um intelectual consagrado. A inteligência torna a pessoa infeliz, solitária, pobre, enquanto o disfarce da inteligência oferece a imortalidade efêmera do jornal e a admiração dos que acreditam no que leem. Os devaneios do caminhante solitário (Jean-Jacques Rousseau) Eis-me, portanto, sozinho sobre a terra, sem outro irmão, próximo, amigo ou companhia que a mim mesmo. O mais sociável e o mais afetuoso dos humanos dela foi proscrito por um acordo unânime. A doença da morte (Marguerite Duras) Você deveria não conhecê-la, você deveria tê-la encontrado por toda a parte ao mesmo tempo, num hotel, numa rua, num trem, num bar, num livro, num filme, em você mesmo, em você, em ti, ao léu do teu sexo ereto na noite clamando por um lugar onde se éter, onde se desvencilhar do choro que o enche. O último voo do flamingo (Mia Couto) Nu e […]

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O machismo e a falta de argumentos de Renan Calheiros. Por Nathali Macedo

A Senadora Vanessa Grazziotin estava apenas tentando fazer o seu trabalho quando indagou ao Presidente do Senado, Renan Calheiros: “Qual será a sua postura quando Vossa Excelência tiver que solicitar algo ao presidente da Câmara?” Por incapacidade ou por puro cinismo ele justificou: “Senadora Vanessa, o meu pai me ensinou três coisas na vida: comer pouco, dormir muito e não brigar com mulher.” Vanessa afirmou que Calheiros sequer leu na íntegra o pedido de Waldir Maranhão e acrescentou: “Aqui nós estamos discutindo o processo que pretende tirar o mandato de uma presidente da República, eleita democraticamente por 54 milhões de votos de brasileiros e brasileiras.” Um discurso indiscutivelmente coerente rebatido da maneira mais vil e vergonhosa possível. De fato, Calheiros não tem argumentos à altura do que foi dito por Vanessa, mas tem, como todo homem, o álibi do poder patriarcal: quem precisa de argumentos quando se pode simplesmente tentar desqualificar a própria figura do oponente? Em geral, o machismo esconde fraqueza. É, entre muitas outras coisas, a pungente necessidade masculina de obter vantagem diante da mulher, de vencê-la sem a necessidade de enfrentá-la.   Explico com este exemplo providencial: Quando Renan Calheiros diz que seu pai ensinou-lhe a “não brigar com mulher”, ele quer dizer, em resumo: eu não preciso enfrentar uma mulher em pé de igualdade se posso simplesmente reduzi-la à insignificância. Esse é um velho truque machista (aliás, o patriarcado precisa renovar suas táticas, porque todas elas já nos são conhecidas de longa data): o endurecimento na posturade uma mulher é sempre visto como loucura, histeria e descontrole emocional. Assim, reduz-se o discurso feminino àquilo que não deve ser levado a sério. Em não se podendo desqualificar o discurso, desqualifica-se quem o profere – e com conceitos patriarcalistas isso é fácil como tirar doce da boca de criança. Noutros tempos, essa sordidez covarde passaria despercebida, mas no século XXI é fácil saber: Mulheres vão continuar protestando ao ocuparem cadeiras de políticos golpistas. Vão continuar fazendo aos políticos homens indagações complexas – tão complexas a ponto de deixá-los sem palavras. Mulheres vão continuar chegando à presidência (e nela permanecendo). Meu pai me ensinou a não acreditar em discurso de homem machista. E Renan Calheiros me ensinou o quão útil esse conselho pode ser.

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Alckmin perdeu a guerra com os estudantes por viver fora da realidade. Por Mauro Donato

  O número de escolas técnicas (ETECs) ocupadas por estudantes só aumenta. Já são 15 unidades, mais três escolas estaduais e duas diretorias de ensino. Se o movimento atingirá a dimensão das ocupações de escolas estaduais ocorridas no ano passado, quando mais de 200 escolas estiveram envolvidas, é uma incógnita. O certo é que há algumas diferenças relevantes e também a experiência adquirida pelo governo no ano passado, a ponto de elaborar uma estratégia diferente para lidar com a situação atual. A principal diferença que embaralha o comparativo é que há muito menos ETECs que escolas de ensino fundamental e médio em todo o estado. Com relação à maneira como o governo Geraldo Alckmin está administrando a crise é que mudou radicalmente. Não mais pego de surpresa, o governo tem orientado que as ocupações sejam tratadas individualmente, na tentativa de impedir que o movimento ganhe corpo e unidade. Para tanto, o Centro Paula Souza (desocupado há quatro dias) tem feito um trabalho junto às diretorias de cada ETEC, conclamando sobretudo alunos do período noturno contrários ao movimento para que exerçam pressão e desgaste nas ocupações. Vale tudo: ameaças, agressões, invasões na força bruta. Na ETEC Basilides de Godoy (Vila Leopoldina) o clima é de terrorismo. Os alunos do período noturno comumente são bem mais velhos e encorpados que os jovens que estudam no integral. A intimidação é forte mas os estudantes têm resistido o quanto podem. A reportagem do DCM esteve na ETESP do Bom Retiro na noite de 3 de maio e flagrou a entrada forçada de três alunos na ocupação. O bate boca foi áspero e inócuo: não havia professores, a unidade está ocupada, sem aulas. A entrada foi mera provocação de atrito. “Os alunos do noturno não sabem do que se trata, nem sabem o que é a máfia da merenda, não sabem da existência do pedido de CPI, mas ficam contra por causa da falta de informação. É gente que já trabalha e só pensa em si mesmo”, disse Rafaela Carvalho da ETEC Getulio Vargas, no Ipiranga, cuja ocupação durou apenas um dia diante da agressividade dos contrários. A própria polícia tem atuado. Na ETESP, uma viatura fica parada dentro do campus e policiais pedem identificação de todos e por vezes resolvem que ninguém mais pode entrar. O dia das mães de alguns ocupantes foi dividido pelas grades: familiares na calçada, alunos do lado de dentro. A estratégia repressora funciona? “Há perseguições contra estudantes desde o ano passado e muita gente fica com medo mesmo”, afirmou um estudante que pediu para não ter o nome divulgado. Até Geraldo Alckmin está atuando de forma direta. No domingo, o governador esteve em Paraisópolis, onde fica a ETEC Abdias Nascimento. Contando com a ajuda de um líder comunitário, pediu que alguns estudantes fossem chamados até uma padaria. Lá, prometeu que melhorias seriam feitas desde que a desocupação fosse imediata. Segundo alunos, Alckmin também esteve conversando com comerciantes e moradores da comunidade, alertando para o prejuízo que a ocupação causaria a eles. Recapitulando: o governador foi até uma padaria vizinha mas não foi à escola. E depois alega estar aberto ao diálogo. A resposta de seu governo até agora foi prometer marmita a partir do mês de agosto. Sem acreditar em promessas e cansados das manobras do governador, os estudantes foram às ruas novamente hoje. O dia já era de paralisação geral. Trancaços em diversos pontos da cidade e em vários estados país afora. Os estudantes não deixaram por menos. Saíram da estação da Luz e passaram em frente a três ETECs e ainda no Centro Paula Souza. Os alunos retirados à força pela Tropa de Choque na sexta-feira fizeram um cordão em frente ao portão para dar o recado de que não têm medo de repressão e que a luta continua. Até porque a lista inclui a investigação e punição dos culpados pelo escândalo da merenda superfaturada, a fim da reorganização camuflada com o fechamento de turmas e melhores condições de trabalho para os professores. O governo Alckmin busca deslegitimar as reivindicações dos jovens a todo custo. Diz estranhar que ocupações não ocorram nas federais (se a máfia da merenda atua nas estaduais, seria um pouco estranho, não?); Afirma ser um movimento unicamente político, que os jovens estão sendo manipulados por movimentos sociais (primeiro: o que não é política? Segundo: como pode se queixar de ser um movimento liderado por alguém e depois reclamar que não sabe com quem tratar por ser um movimento horizontal?). Se o governador tivesse um contato um pouco mais aprofundado com a realidade, saberia que a iniciativa é majoritariamente autônoma e que todo e qualquer político é visto com reservas pelos jovens. Mesmo Eduardo Suplicy, Luiza Erundina e Carlos Giannazi, que estiveram no CPS na semana passada para prestar ajuda para retirar a PM que havia invadido a ocupação sem mandado judicial, receberam tratamento gélido. É desinformação ou má fé afirmar que os jovens têm motivação política. Governador, é falta de merenda. Se seu filho estiver com fome, dirá a ele que ele está sendo político e pedirá que aguarde até agosto?  

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Secundaristas realizam ato pela merenda nas ETECs e pela CPI na merenda nas EEs | Jornalistas Livres

Secundaristas e professores de ETECs e EEs fizeram nesta manhã em São Paulo um ato pela merenda escolar nas escolas técnicas e pela CPI do escândalo da merenda nas escolas estaduais. A manifestação é também contra os cortes na educação pública estadual, contra violência policial em atos de estudantes e em apoio às lutas pela educação pública em todo o país. A concentração para o ato começou por volta das 8 da manhã na Estação da Luz. Em assembléia no local, foi decidido o percurso da manifestação. A passeata começou passando pelo Centro Paula Souza, que foi desocupado à força pela Polícia Militar na última Sexta-feira. Houve grande comoção por parte dos alunos que estavam na ocupação durante a passagem. …

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“Assina, Dilma!” | Jornalistas Livres

Lideranças indígenas exigiram hoje a assinatura imediata de portarias declaratórias e decretos de homologação de 22 Terras Indígenas em dez estados do país. Atos estão prontos e demandam apenas a assinatura da presidente Dilma. Brasília, 10 de maio de 2016 – A iminência de um Governo Temer levou lideranças indígenas de todo país a fazerem um apelo à presidente Dilma pela assinatura imediata de Portarias Declaratórias e Decretos de Homologação de 22 Terras Indígenas. Os territórios reivindicados beneficiariam 14 etnias em dez estados brasileiros, totalizando mais de 360 mil hectares. O apelo foi feito hoje, em Brasília, durante a abertura do Acampamento Terra Livre. Maior mobilização indígena do país, o acampamento é organizado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil …

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Exclusivo: as fotos da fazenda de 1500 hectares “ligada a Temer”. Por Kiko Nogueira

O DCM teve acesso a fotos da fazenda em Duartina, interior de São Paulo, “ligada” a Temer. A propriedade de 1500 hectares foi invadida pelo MST. Por “ligada”, entenda-se o seguinte: ele usa, a cidade inteira conhece o lugar como “fazendo do Temer”, mas o dono é João Batista Lima Filho, o Coronel Lima. Lima afirma que está tudo em seu nome e de sua empresa, a Argeplan. “Este foi um QG do golpe”, afirmou o movimento em nota. Lima está para Temer como Jovelino Mineiro está para Fernando Henrique Cardoso. Os dois são amigos desde os anos 80. Segundo uma matéria da Época de abril, a companhia ganhou uma obra de R$ 162 milhões na usina de Angra 3 por influência do vice. Na Lava Jato, um engenheiro da Engevix falou, em delação premiada, que “através de Lima repassou R$ 1 milhão como apoio de campanha para suprir interesses de Michel Temer.” Algumas das imagens mostram um envelope com o nome do ex-vice.    

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