Michel Temer: A aldeia dos Temer no Líbano festeja a mudança de Governo do Brasil | Internacional | EL PAÍS Brasil

O povoado Btaaboura, de 300 habitantes, rebatiza sua rua principal para homenagear o presidente interino do Brasil

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Diário do Centro do Mundo Cristovam Buarque, o estranho. Por Carlos Fernandes

O senador Cristovam Buarque parece estar se aperfeiçoando na terrível arte da hipocrisia. Além de cobrar dos outros aquilo que ele mesmo não faz, agora se diz surpreso com o resultado desastroso que sua lógica enevoada ajudou a construir. Não é tarefa fácil determinar em que ponto do caminho Cristovam se perdeu de sua história, mas sabemos com clareza o político em que se transformou quando critica a corrupção de seus adversários ao mesmo tempo que aceita caixa 2 oferecido por gente do PSDB para pagar as suas despesas de campanha. Como se não bastasse toda a sua contradição histórica ao se contrapor aos movimentos sociais durante a cruzada insana pelo golpe, tenta agora, com a desfaçatez de quem não assume os seus atos, descolar a sua imagem do terror que será inevitavelmente o governo Temer. Após divulgado o ministério de “notáveis” formado a toque de caixa pelo traidor da pátria, Cristovam não demorou para expressar em sua conta no Twitter a sua “estranheza” ao modelo de gestão adotado por um governo ilegítimo. Disse ele: “Ficou estranho um ministério sem mulheres, sem representantes de minorias e dos movimentos sociais”. Seria cômico se não fosse trágico. Em questão de horas a tão prometida “renovação” da política brasileira se desfez em cínicas demonstrações de decepção e “estranheza”. Não há absolutamente nada de estranho na equipe ministerial que irá servir aos desejos da plutocracia. Cada um deles está ali por um motivo bastante claro e definido: retomar a agenda entreguista, opressora e neoliberal que marcou toda a era FHC. Não é por acaso que ministérios como o da Cultura foram sumariamente banidos da vida política nacional. Cultura, obviamente, não faz parte dessa velha agenda que Temer faz querer crer ser a “ponte para o futuro”. Por tudo isso, alguém sequer cogitar que um governo que se originou do preconceito, do machismo, da intolerância, da ilegalidade e da divisão de classes seria minimamente destinado às mulheres, às minorias e aos movimentos sociais é de uma inocência desconcertante. Se esse alguém é um político de longa data como Cristovam Buarque, só podemos concluir que tudo não passa da mais escancarada má-fé. Nem o seu orgulho ferido seria suficientemente grande para mascarar uma realidade tão evidente. O que nos leva a algo ainda pior. Cristovam, movido pelos sentimentos mais mesquinhos, ao invés de defender ideais humanitários, preferiu entregar o seu povo e o seu país nas mãos de carrascos. Isso sim é realmente muito estranho.

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Um ministério de sexta-feira 13: loteamentos para saciar apetites | Marcelo Auler

Marcelo Auler Trago ao blog o artigo do sociólogo Luiz Alberto Gomez de Souza, a respeito do ministério deste governo interino que se inicia hoje, uma sexta-feira 13. Na verdade, o que este ministério pode ter de novo é assustador, como a presença do pastor Marcos Pereira. Ele iria para o Ministério de Ciência e Tecnologia, […]

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