CUT ataca Plano Temer. Fiesp aplaude | Brasil 24/7

O anúncio do plano econômico do presidente interino Michel Temer (PMDB), nesta terça (24), foi criticado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), presidida por Vagner Freitas, enquanto foi elogiado pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf; para a CUT, as medidas econômicas de Temer “evidenciam que os golpistas estão colocando em prática as propostas que os empresários e o sistema financeiro exigiram como condição para financiar o golpe”; ele lembra que as “medidas de Temer foram derrotadas pelo povo em quatro eleições seguidas – desde 2002”; Paulo Skaf ressaltou que as medidas “criam expectativa positiva e confiança, o que é importante para a retomada do crescimento”; ele destaca o fato de não ter sido incluído no Plano Temer nem o aumento nem a criação de impostos

Fonte: CUT ataca Plano Temer. Fiesp aplaude | Brasil 24/7

Contra panelaços, Temer evitará pronunciamentos na TV | Brasil 24/7

O presidente interino Michel Temer quer evitar pronunciamentos oficiais em rede de rádio e televisão e se valer da cobertura da imprensa para se comunicar com a sociedade, tal como fez nesta terça (23), ao abrir o encontro em que os ministros anunciaram as primeiras medidas econômicas do governo

Fonte: Contra panelaços, Temer evitará pronunciamentos na TV | Brasil 24/7

Em 1º teste no Congresso, PMDB não ajuda Temer | Brasil 24/7

A Comissão de Orçamento do Congresso não conseguiu votar o projeto que autoriza o governo a fechar o ano com um déficit de R$ 170,5 bilhões em suas contas; faltou um voto para atingir o quórum mínimo necessário. Líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE) esteve na sala, mas saiu sem participar da discussão; ou seja, no primeiro teste do governo interino, o seu próprio partido não lhe auxiliou; auxiliares de Temer atribuem o fracasso à crise na relação entre Renan Calheiros e Eduardo Cunha; Renan não não suporta a ideia de ver a Comissão de Orçamento comandada pelo deputado Arthur Lira (PP-AL), da tropa de Cunha; Temer queria que ver a revisão da meta fiscal aprovada hoje

Fonte: Em 1º teste no Congresso, PMDB não ajuda Temer | Brasil 24/7

Diário do Centro do Mundo Não há mais qualquer chance do governo Temer dar certo. Por Carlos Fernandes

Se havia alguma chance de o governo interino dar certo, a divulgação do diálogo entre o ministro do Planejamento, Romero Jucá, com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, jogou por terra qualquer esperança nesse sentido. O estrago causado pela comprovação de que todo o processo de impeachment foi inegavelmente levado a cabo para barrar as investigações da Lava Jato, desnudou todo o caráter conspiratório que culminou no afastamento da presidenta Dilma Roussef. Se já pairavam dúvidas sobre a real capacidade do presidente interino e sua equipe ministerial no que se refere à criação de políticas que tornassem possíveis a retomada do crescimento econômico, a estréia se revelou um fracasso descomunal. A sucessão de erros cometidos e os consequentes recuos num espaço tão curto de tempo só vieram a acrescentar a um governo já internacionalmente questionado, a imagem de fraco, despreparado e sem qualquer respaldo público ou político. Temer sabe que a janela que dispõe para mostrar resultados é curta. Nada obstante, o horizonte que se apresenta é desanimador. Com a repercussão escandalosa criada por um dos seus principais ministros, os mais importantes jornais do mundo escancararam o golpe no Brasil. O respeitado jornal britânico The Guardian fala em “complô” e sobre o aprofundamento na percepção do “ar de conspiração” no processo de impeachment. Já o americano The New York Times informou aos seus leitores que o governo do Brasil está “sob fogo”. O francês Le Monde diz que o “áudio de Jucá cai muito mal para Temer”. Para quem tinha como discurso entregar um país economicamente estável, competitivo, com segurança jurídica e moralidade política para atrair investidores internacionais, é uma largada desastrosa. Além do que, como garantir uma estabilidade econômica quando o ministro do Planejamento é escorraçado do cargo em menos de duas semanas após a posse? Como criar condições para uma indústria competitiva quando se coloca um bispo da Universal no Ministério da Indústria, Comércio e Serviços? Como viabilizar segurança jurídica quando ministros do STF são suspeitos de participação no golpe? Como acreditar em moralidade política quando o próprio presidente da República não passa de um fantoche de Eduardo Cunha? O resultado de tudo isso só poderia se refletir na crescente desconfiança do mercado internacional que observa cada passo dado, e principalmente os não dados, com especial atenção. Os especialistas já sinalizam abertamente que não há mais razões para acreditar em crescimento da Bolsa em 2016. Muitos afirmam que o índice Bovespa deve cair até os 47 mil pontos. Alguns são ainda mais pessimistas. Quanto ao dólar, bem, digamos que as tão sonhadas férias na Disney proporcionadas pela queda da moeda americana atrelada diretamente à queda de Dilma, terão que ser adiadas indefinidamente. Tudo isso é apenas o início de uma semana que começou com protestos em várias partes do país e com a imagem de Temer sendo recebido aos gritos de “golpista” no Senado, a quem deve diretamente sua permanência definitiva no cargo. Temer, a essa altura, já deveria estar pensando no que seria o seu mais acertado recuo, o de retornar a ser o vice decorativo – e imprestável – que a democracia lhe reservou.

Fonte: Diário do Centro do Mundo Não há mais qualquer chance do governo Temer dar certo. Por Carlos Fernandes

Somos todos vítimas: Uma resposta a agressão psicológica que assola Michel Temer | Carol Patrocinio

Michel, faz assim: me manda uma mensagem. Sou mulher, sabe como é, e meu instinto materno me obriga a cuidar de você, mesmo depois de todas as agressões psicológicas, institucionais e até físicas que você, seu governo e o golpe têm me feito passar. Vamos falar de agressão, vamos?

Fonte: Somos todos vítimas: Uma resposta a agressão psicológica que assola Michel Temer | Carol Patrocinio