Renzo Agresta fala das batalhas psicológicas para Rio 2016: ‘A mente tem um poder muito determinante’

Seis horas por dia de treinamentos. Dois turnos. Treinos táticos, técnicos, simulação de movimentos, defesa, ataque, aperfeiçoamento milimétrico. A esgr

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EUA trocam embaixador no Brasil após afastamento da presidente Dilma

O presidente americano Barack Obama indicou o nome de Peter Michael McKinley para substituir no Brasil a atual embaixadora Liliana Ayalde, no país desde outubro de 2014. Liliana era embaixadora dos EUA no Paraguai em 2012, quando o presidente Fernando Lugo foi afastado do cargo por um impeachment de apenas 36 horas sob acusação de “mau desempenho”.

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Parlamentares vão criar grupo de assistência e combate a estupros coletivos no Brasil

Após a divulgação dos últimos casos de estupro coletivo de jovens no país, no Rio de Janeiro e em Bom Jesus, no Piauí, a bancada feminina do Congresso anunciou nesta sexta-feira (27) que a vai criar um grupo para acompanhar de perto o andamento dos casos no Brasil e cobrar providências da Polícia.

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Alvo de escracho, FHC foge de evento em Nova York | Brasil 24/7

Considerado golpista por intelectuais brasileiros e latino-americanos, por seu apoio ao governo provisório de Michel Temer, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso teve de cancelar sua participação neste fim de semana num debate em Nova York, no 34º Congresso Internacional da Associação de Estudos Latino-Americanos; FHC foi alvo de uma petição de 499 intelectuais que pediam o cancelamento de sua participação e temia ser alvo de protestos; em carta, FHC negou a existência de um golpe contra a presidência Dilma Rousseff, mas o impeachment já é considerado uma conspiração golpista pelos mais importantes jornais dos Estados Unidos e da Inglaterra (New York Times e Guardian), pela revista The Economist e por toda a imprensa alemã

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Diário do Centro do Mundo Por que a Folha parece estar desconstruindo o golpe que ajudou a dar? Por Paulo Nogueira

Muitas pessoas estão perguntando: por que a Folha está desconstruindo o golpe que ajudou tanto a dar? A resposta cabe numa palavra: marketing. Para a Folha, interessou, até o afastamento de Dilma, derrubá-la. Nunca o jornal publicou um só editorial, por exemplo, para criticar o descarado partidarismo de Gilmar Mendes. Nunca, também, o jornal moderou sua escandalosa cobertura da Lava Jato. Quantas vezes você viu o pedalinho na manchete? Numa conversa gravada, Renan disse ter ouvido de Otávio Frias Filho a admissão de que seu jornal estava exagerando na Lava Jato. Mas um momento: se o dono achasse isso mesmo bastaria uma conversa com os editores para que o problema fosse desfeito. Sobre que assuntos ele despachava com seus jornalistas para não tocar nesse tema de importância tão dramática para o país e, também, para a imagem de seu jornal? Meteorologia? Astrologia? Futebol? Novela? Claramente ele aprovava o espaço desmedido dado à Lava Jato porque queria, como seus pares, desestabilizar Dilma. Mas, uma vez feito o serviço, a vida tem que continuar para a Folha. O que fazer para retirar dela a fama de golpista, direitista, desonesta? O primeiro passo, e fundamental, era mostrar ao público que ela, como dizia sua propaganda, não tem rabo preso com ninguém. É a hora de publicar coisas que ela jamais quis publicar durante o tormento imposto a Dilma. Se a Folha sabe fazer jornalismo, é uma questão para a qual cada um tem sua resposta. Pessoalmente, acho que não. Mas que é excelente em marketing, isso é indiscutível. Os Frias sabiam que o Globo imediatamente se converteria numa máquina de conteúdo chapa branca assim que Dilma fosse retirada. A Globo voltaria imediatamente a ser o que foi na ditadura e depois em sucessivos governos até a chegada de Lula ao poder. A corrupção sumiria do noticiário. Os problemas econômicos também. Temer seria apoiado tão radicalmente quanto Dilma foi massacrada. Crises econômicas, na Globo, agora derivam de fatores externos. A Bolsa cai e o dólar sobe já não são mais consequências do governo. São coisas que vêm de fora. Os Frias sabiam também o que esperar da Veja: nada. A capa desta semana, por exemplo, quando gravações de conversas quase enxotaram o governo interino, foi a pílula do câncer. O terreno estava livre para, mais uma vez, a Folha se afirmar como o ” jornal combativo, pluralista, isento, o único que dá qualquer coisa doa a quem doer”. Tudo isso de mentirinha, mas o que é marketing senão a mentirinha em forma de frases de efeito? Para usar o jargão publicitário, a Folha se reposicionou prontamente. As demais empresas jornalísticas, ao aderir a Temer sem escalas e sem ressalvas, a ajudaram um bocado. De certa forma, é um retorno a uma situação antiga. No fim da ditadura, enquanto a Globo defendia os generais que a patrocinavam e o então grande Estadão publicava receitas como forma oca de protesto, a Folha começou a pregar as diretas já. Virou, com isso, o maior jornal do Brasil. A opinião pública mais esclarecida carregava sob os braços exemplares da Folha. Universitários eram vistos todos os dias com sua Folha nas mãos. Tudo isso se tornou pó quando a Folha se juntou às demais companhias de jornalismo para derrubar um governo progressista. O jornal hoje é desprezado pelo mesmo público que o louvou no passado. O mesmo processo que pegou antes a Veja — a rejeição terminante pelos leitores mais esclarecidos — acabou depois por alcançar a Folha. Agora é hora de tentar refazer a imagem do jornal. É possível? Pessoalmente, creio que a melhor resposta foi dada, num artigo recente, pelo ex-ombudsman da Folha Mário Vítor Santos. Ele notou que, assim como a Nova República se encerra com o golpe, o jornalismo tal como o conhecemos por muitos anos se degradou irremediavelmente quando as empresas passaram a fazer propaganda anti-PT. Os leitores terão que ser muito ingênuos para acreditar nos bons propósitos desta nova velha Folha. Credibilidade, como a virgindade, uma vez perdida, para sempre perdida. Evoco uma frase de Wellington para fechar o artigo: quem acredita nos Frias acredita em tudo.

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Polícia mantém cautela e não pede ainda prisão de suspeitos de estuprarem jovem no Rio

A Polícia e o Ministério Público do Rio investigam o registro de um estupro coletivo de uma jovem de 16 anos, na semana passada na comunidade São José Operário, em Jacarepaguá, zona oeste da cidade. Quatro suspeitos de participar da agressão à adolescente já foram identificados, mas ainda não foram presos e ouvidos pela Polícia.

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