Fonte: Portal Vermelho

Lavrov discutirá com chanceler do Chipre cooperação construtiva entre Rússia e UE

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia comunicou nesta quinta-feira que o ministro Sergei Lavrov receberá o chanceler cipriota, Ioannis Kasoulides, em Moscou, no próximo dia 31, para falar sobre relações bilaterais, regionais, e sobre a cooperação entre a Rússia e a União Europeia.

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Depois de abrir o pré-sal, Parente faz campanha contra indústria nacional | Brasil 24/7

Depois de abrir o pré-sal para exploração de empresas estrangeiras, a Petrobras, sob a gestão de Pedro Parente, está em campanha para acabar com o compromisso contratual de compra de equipamentos nacionais para plataformas e equipamentos da companhia; segundo o gerente executivo da Petrobras para o projeto Libra, Fernando Borges, a medida representa uma “ameaça”; “A gente não pode pagar um sobrepreço por conta da falta de competitividade da indústria local”, defendeu Borges, argumentando que, primeira licitação respeitando o índice de conteúdo local previsto em contrato, o preço foi 40% acima da média internacional; campo de Libra foi concedido em 2013 a um consórcio formado por Petrobras, a anglo-holandesa Shell, a francesa Total e as chinesas CNOOC e CNPC

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Diário do Centro do Mundo Cada país com a Maria Antonieta que merece: a piada de Temer com os desempregados. Por Kiko Nogueira

  Não bastasse tudo, o Brasil acaba de ganhar, com algum atraso, um simulacro de Maria Antonieta. Não me refiro a Marcela Temer, que, aliás, anda desaparecida, mas ao marido. Michel Temer conseguiu fazer piada com as centrais sindicais que protestavam contra a flexibilização dos direitos trabalhistas em frente ao Palácio do Planalto. Num discurso em que falou da proposta que elevou de 60 para 120 meses o prazo para parcelamento de dívidas tributárias de micro e pequenas empresas, fez uma ironia tacanha e quase psicótica. Os manifestantes “aplaudem este grande momento do governo federal”. Era coisa bem diferente do que ocorria no auditório, onde os circunstantes distribuíam “palavras de incentivo e aplausos entusiasmados”. Arrematou com uma tirada: “Quem sabe, quando os senhores saírem, convidam aqueles que estão lá fora. Se não têm emprego, quem sabe arruma emprego. Acho que é uma fórmula muito adequada”. O desemprego bateu em 11,8% no terceiro trimestre, segundo o IBGE. São 12 milhões de pessoas, 437 mil a mais do que no segundo trimestre, um crescimento de 3,8%. Cabe piada? Nunca se comprovou que a frase que imortalizou Maria Antonieta fosse dela. “Se não têm pão, que comam brioches”, teria dito a rainha da França ao cocheiro que lhe contou por que as pessoas nas ruas pareciam desgraçadas. Em 1793, ela perdeu a cabeça. Nosso Carlos Magno, apesar de não ter pescoço, está no caminho.

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Diário do Centro do Mundo A incrível semelhança entre Temer e o Ed Mort de Veríssimo. Por Paulo Nogueira

    Verissimo tem um personagem chamado Mort. Ed Mort. É um detetive particular extremamente atrapalhado. Mort trabalha num cubículo no Rio tão pequeno que decide tratá-lo como cubi. Cubículo é uma palavra grande demais para o tamanho do aposento. Me veio à cabeça Temer. Michel Temer. Temer é hoje uma figura tão diminuta que poderíamos chamar de Te. Pre Te. Presidente Temer. Pensei em várias coisas relativas a isso. Por exemplo: que aconteceria se seus seguidores convocassem uma manifestação pró-Te? Quantas pessoas compareceriam? Nem ele. Porque Te não vai a lugares públicos. Ele se esgueira e se esconde, com pavor das vaias. Me pergunto, também, se os garçons do Planalto ainda lhe servem o tradicional café. Não há nada mais melancólico do que final de governo. O alarido festivo dos primeiros dias é substituído pelo silêncio mórbido da era que se encerra. Pior ainda é quando você pula uma casa. Mal começa e já vive o clima dos últimos tempos, como Te. Certas pessoas públicas despertam admiração e paixão à primeira vista. Com Te se deu o oposto. Os brasileiros não conheciam Te. Ficara nas sombras da paixa política a carreira toda. Quando o conheceram, imediatamente o desprezaram. Uma nova pesquisa Ipsos mostrou, hoje, que apenas 9% dos ouvidos o acham ótimo ou bom. É uma irrelevância estatística, mas se você observar Te vai ver que 9% francamente é demais. No noticiário político, ele rapidamente passou a figurante, ainda que no Planalto. As pessoas falam em Carmen Lúcia, em Renam, em Eduardo Cunha, mas não nele. É como aquele convidado numa festa que ninguém quer ouvir, mesmo sendo pretensamente o dono. Num determinado momento o descaso é tão grande que ninguém sequer finge interesse no homem deixado num canto. Parece evidente, a alta altura, que ele não chegará ao final da festa. 2018 é longe demais para alguém com as características de Te. Quem ocupará seu lugar até lá? É uma questão tão complexa que até o nome de FHC foi ventilado. Uma coisa é certa: o substituto não pode ser tão insignicante que tenha o mesmo destino do cubículo de Mort. Ed Mort.

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