A imagem que vale mil palavras: Parlamentares desfrutam coquetel no Congresso enquanto ao fundo jovens são agredidos pela PM – O Cafezinho

(Foto:Gisele Arthur) A imagem vale mil palavras e não poderia surgir em melhor momento para elucidar a crise no Governo Temer. Enquanto uns militam pela saúde e educação da população, esses do lado de fora do Congresso, outros, pregando austeridade e cortes nos gastos, fazem festa de comes e bebes em meio […]

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Advogados públicos fazem nota sobre o caso Geddel – O Cafezinho

Enviado ao Cafezinho NOTA PÚBLICA DA ASSOCIAÇÃO ADVOGADAS E ADVOGADOS PÚBLICOS PARA A DEMOCRACIA A APD – Associação Advogadas e Advogados Públicos para a Democracia, entidade civil de fins não lucrativos ou corporativistas, criada por integrantes da Advocacia-Geral da União, que tem por finalidade a busca da plena […]

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Diário do Centro do Mundo O xeque mate no Brasil dos super herois da Lava Jato. Por Kiko Nogueira

  Os procuradores da Lava Jato deram um xeque mate no Brasil. Num momento de crise institucional e de conflagrações, resolveram combater o incêndio atirando gasolina à fogueira com um chantagem. Em coletiva sem powerpoint diretamente de Curitiba, repudiaram o que chamaram de “ataque” feito pela Câmara dos Deputados às suas investigações e à sua independência. As alterações no pacote anticorrupção, feitas na madrugada passada, não lhes agradou. Carlos dos Santos Lima avisou que a força-tarefa iria abandonar os trabalhos se a “proposta de intimidação” for sancionada. “Se nós acusarmos, nós podemos ser acusados. Nós podemos responder, inclusive, pelo nosso patrimônio. Não é possível, em nenhum estado de direito, que não se protejam promotores e procuradores contra os próprios acusados”, disse. “Nesse sentido, a nossa proposta é de renunciar coletivamente caso essa proposta seja sancionada pelo presidente”. Num rasgo de mimo, megalomania e uma estranhíssima noção de autonomia total, comunicou que vão “simplesmente voltar para nossas atividades.” Ora, mas não era isso o que faziam? Ou era uma missão divina? Dallagnol falou no “golpe mais forte” contra a Lava Jato e afirmou que o objetivo é “estancar a sangria”, citando Romero Jucá em conversa com Sérgio Machado. “Há evidente conflito de interesses entre o que a sociedade quer e aqueles que se envolveram em atos de corrupção e têm influência dentro do Parlamento querem. O avanço de propostas como a Lei da Intimidação instaura uma ditadura da corrupção”, falou. “Por que a sociedade brasileira vai permitir que corruptos, pessoas condenadas por corrupção, continuem na liderança da empresa Brasil?”. São cenas explícitas de autoritarismo. É Aécio Neves redivivo. O mineiro, e depois o golpe que ele gestou e não levou, abriram as portas para a instabilidade e para a transformação do Brasil num paraguai. Representam eles todo o Judiciário? Cármen Lúcia está de acordo? Rodrigo Janot também? Temer deve vetar e pedir desculpas de joelhos? A oportunidade de discutir e dialogar foi destruída. Afinal, o foro privilegiado existe só para políticos ladrões? E juízes? Na ideia original da turma de Dallagnol, os direitos de todos os cidadãos seriam restringidos? Uma das medidas originais pretendia tornar obrigatórios, no serviço público, “testes de integridade”, feitos sem o conhecimento da pessoa. Dallagnol seria inquirido sobre a questão moral de comprar apartamentos construídos para o Minha Casa Minha Vida? Os suspeitos de sempre deram aos homens de Sérgio Moro um status de excepcionalidade e agora temos de lidar com seus esperneios quando são contrariados. Numa democracia, poder-se-ia aconselha-los a fazer militância política entrando num partido ou montando o deles. O problema é que o projeto de poder do Ministério Público Federal dispensa, eventualmente, detalhes como a  democracia.

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Desconfiai do mais trivial. – Negro Belchior

** POR LUARA COLPA Pensávamos ter vencido a Ditadura, ao menos os livros de história mencionam um período que tem início, hífen e fim. Mas ela está viva. Ontem, dia 29 de novembro de 2016, o Brasil participou de mais um episódio do Golpe. Apenas mais um. Neste momento, abro um parênteses: Está difícil conversar entre nós, já não conseguimos ouvir e nos fazer ouvir, vou aproveitar que isso é um texto, para ver se conseguimos fazer com que eu chegue até o final sem ser interrompida. Tomara que sim! Os últimos anos no Brasil não foram fáceis, há um esgotamento do dito governismo, um sectarismo da esquerda e sobretudo uma falta de alternativa contundente. Todo esse cenário, seguido do oportunismo de diversos grupos à direita, de interesses escusos na entrega do Pré-Sal, Nióbo, Minério de ferro, da facilidade de agendamento de informação feita pela mídia concessionária e a Justiça abruptamente parcial, nos leva a seguir com a lógica de um povo que não se reconhece pertencido às lutas que nos forjaram, e o pior, sendo feito de massa de manobra, afoitos por um “justiçamento” assustador. Nós desconhecemos as muitas histórias de resistência do próprio povo brasileiro, e seguimos desconectados. […]

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Violência policial marca votação da PEC 55 – O Cafezinho

É possível que não bastasse a aprovação da PEC241/55, o ajuste econômico que prejudica principalmente os mais pobres, ou o congelamento nos investimentos em saúde e educação pelos próximos vinte anos, ou, ainda, a representatividade de 12 mil pessoas que marcharam até o Senado contrárias à Emenda, parece que faltava algo na […]

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