PALAVRA LIVRE — DAVIS SENA FILHO: Presidente golpista de governo pária quer explicar nos EUA o inexplicável: o golpe bananeiro da burguesia cucaracha

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Mariana, um ano depois: entre a dor e a esperança

Passado um ano do rompimento da barragem da Samarco em Mariana (MG), considerado o maior desastre ambiental do Brasil, toda a região afetada vive um dilema: até agora, a Justiça não condenou nenhum responsável, indenizações estão sendo pagas, mas os moradores não podem sobreviver sem a continuidade das operações da mineradora.

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Fuga de Lula? Sem comentários

Reportagem do fim de semana publicada pela Revista “Veja” traz matéria sobre o convencimento crescente de membros do governo de que o ex-presidente Lula considera a hipótese de fuga do país devido ao cerco cada dia maior das investigações da Operação Lava Jato, conduzidas pelo juiz Sérgio Moro da 13.ª Vara Federal de Curitiba.

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Diário do Centro do Mundo Mulheres, jovens, negros, latinos, evangélicos… quem vota em quem nas eleições americanas

Publicado na DW. Na próxima terça-feira (08/11), os americanos elegem seu novo presidente, após uma das campanhas eleitorais mais controversas e polarizadas das últimas décadas. Grupos étnicos religiosos e demográficos específicos podem ser chave para determinar quem vai chegar à Casa Branca. Enquanto homens brancos de baixa escolaridade preferem claramente o republicano Donald Trump, o voto feminino deverá ir para a candidata dos democratas, Hillary Clinton. Desta vez, os republicanos não poderão, no entanto, contar com o voto geralmente certo dos cristãos evangélicos, já que muitos estão descontentes com as declarações de Trump. Hillary, por sua vez, terá de se esforçar para levar os eleitores jovens e de raízes latino-americanas às urnas. Mulheres Desde o início da campanha eleitoral, as mulheres como grupo de eleitoras são um grande problema para Trump. Nas pesquisas de opinião, os republicanos aparecem bem atrás quanto à preferência feminina. Isso se deve ao próprio Trump: ele insultou as mulheres em entrevistas e pelo Twitter, chamou-as de gordas e feias e fez piadas sobre a menstruação de uma jornalista. Um vídeo, em que ele usa linguagem vulgar para descrever como tateia mulheres, fala por si mesmo. A gravação fez com que Trump se tornasse inelegível para muitas mulheres, incluindo eleitoras republicanas. Além disso, temas políticos femininos não apareceram na campanha de Trump. Uma situação bastante diferente quando se trata Hillary, que abordou assuntos como a igualdade de salários, aborto e a conciliação entre família e carreira. No entanto, a candidata democrata não consegue pontuar entre os homens. Entre o eleitorado masculino, Trump aparece à frente nas pesquisas eleitorais. Classe trabalhadora branca Homens brancos com pouca escolaridade – essa é a base eleitoral de Donald Trump. Esse grupo é particularmente afetado pelos cortes de postos de trabalho no setor industrial. Por esse motivo, para eles, o slogan de Trump Make America Great Again tem especial importância. A promessa do candidato republicano de trazer de volta empregos da China para os Estados é muito bem-aceita entre esses eleitores, assim como os apelos do magnata contra o livre-comércio e a imigração. Os eleitores de Trump é o consideram um antipolítico, que fala o que pensa e não se importa com o politicamente correto. Hillary tem poucas chances nesse eleitorado. Para eles, ela representa o odiado establishment em Washington. Afro-americanos Tradicionalmente, a população negra americana vota nos democratas. E também neste ano, Hillary pode contar com o apoio dos afro-americanos. É questionável, no entanto, até que ponto ela conseguirá levar esse grupo de eleitores às urnas. Em 2012, a participação eleitoral dos afro-americanos foi de 66%. Destes, 95% votaram no primeiro presidente americano negro, Barack Obama. Hillary, no entanto, não deverá alcançar tais cifras. Devido a suas declarações racistas, a situação de Trump é bastante ruim entre o eleitorado negro. Segundo uma enquete da emissora NBC, realizada em julho último, o milionário republicano tem a aprovação de somente 6% dos eleitores afro-americanos. Numa pesquisa de opinião no estado de Ohio, 100% dos entrevistados negros disseram ser a favor de Hillary. Hispânicos Nenhum outro grupo populacional cresce tão rapidamente nos EUA quanto aquele com raízes latino-americanas. Quatro anos atrás, eles votaram majoritariamente em Obama. Os comentários depreciativos de Trump sobre os mexicanos e seus planos de construir um muro na fronteira entre o México e os Estados Unidos podem vir a favorecer Hillary. No entanto, a candidata democrata precisa mobilizar esses potenciais eleitores. Na última eleição presidencial, somente 48% dos latinos votaram. Cristãos evangélicos Normalmente, os cristãos evangélicos votam nos republicanos. Nesta eleição, no entanto, a situação pode ser diferente. Pois com suas controversas declarações, Trump pode ter perdido popularidade nesse eleitorado. Isso não significa, porém, que os evangélicos americanos vão optar por Hillary. Muitas pessoas nesse grupo se recusam a votar na candidata democrata. O mais provável é que esse eleitorado religioso permaneça em casa ou dê, no final, seu voto a Trump. Jovens Os americanos nascidos nas décadas de 1980 e 1990 foram a espinha dorsal da campanha eleitoral de Obama em 2012. Também na atual eleição, esse grupo pode ser decisivo. Uma enquete entre os eleitores abaixo de 35 anos mostra Hillary à frente. Mas a candidata não é realmente popular entre os democratas mais jovens. Durante as prévias, eles apoiaram majoritariamente Bernie Sanders, rival de Hillary no Partido Democrata. Na comparação com Trump, muitos desses jovens veem Hillary como um mal menor. Segundo pesquisa da Universidade Taft, 40% dos apoiadores da candidata democrata declararam não estar completamente convencidos sobre ela. Aqui também tudo vai depender da capacidade da ex-primeira-dama de levar esse grupo de eleitores às urnas.

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Diário do Centro do Mundo Miruna Genoino ao DCM: “Meu pai foi preso porque era preciso criminalizar a esquerda”. Por Kiko Nogueira

Miruna Genoino, filha de José Genoino, pedagoga, casada, dois filhos, achou algumas vezes que sua vida havia acabado. Ela viveu o drama da acusação, condenação, prisão, doença e afinal extinção da pena de seu pai no mensalão. Foram pelo menos nove anos que ficarão para sempre marcados. A experiência está virando um livro financiado pela plataforma Catarse, chamado “Felicidade Fechada”. A base são as cartas enviadas a Genoino. Miruna pediu, há seis dias, 87 500 reais para viabilizar o projeto. No momento em que escrevo, os apoiadores já desembolsaram 75 100. “O que eu quero é contar essa história do nosso ponto de vista, de como a nossa família viveu todo o processo”, disse ela à equipe do DCM na TVT que a entrevistou no sobrado de seu pai no Butantã. O portão de ferro do imóvel é uma novidade. Foi instalado depois que o programa Pânico instigou seus ouvintes a irem até lá. “Foi em 2005. O Pânico começou uma campanha: ‘Onde está Genoino?’. Um dia marcaram uma concentração em frente à nossa casa. Meu pai e meu irmão estavam aqui. Eu e minha mãe estávamos numa festa”, diz. “Me avisaram que havia pessoas na porta e que eu não deveria ir. O problema foi eu ter chegado. Gritaram de tudo, ameaçaram invadir. Meu pai queria sair para brigar, meu irmão o segurou. Tinha muita gente”. O assédio da imprensa é inesquecível. “Montaram campana aqui. Gravavam e fotografavam as crianças mesmo eu pedindo que não fizessem isso. Tinham 5 e 6 anos. A mídia foi muito cruel com elas”, conta. Miruna casou-se há onze anos. Um dia, foi com o pai buscar o então noivo, espanhol, no aeroporto de Guarulhos. “Estávamos tomando um café quando uma mulher começou a gritar com a gente. Meu irmão respondeu. As pessoas em volta, então, começaram a aplaudir de pé aquela senhora”, lembra. “Meu pai fez de tudo para que essas coisas não nos atingissem. Criou um escudo para nos proteger”. A escrita foi terapêutica nesse período. Seus posts no Facebook viraram uma maneira de se ter notícias. Também causaram solidariedade — e ódio. “Eu preciso escrever. Faço isso no aniversário dos meus filhos, por exemplo”, diz. “O livro não é de vingança”. Miruna afirma que chegou a encontrar um dos juízes do STF. “Estava indo sozinha a Brasília e no avião estava o ministro. Não me lembro o nome. Na hora, gelei. ‘O que eu faço com essa pessoa que está destruindo a minha vida?’, pensei”. “Não fiz nada. Meu pai falou que agi corretamente. Fiquei noites e noites remoendo essa cena. Hoje concordo com ele”. Seus dados foram hackeados. O telefone dela foi publicado num site. “Fiquei muito exposta. Me ligavam para passar trotes. Recebi muito email falando da multa do meu pai [uma vaquinha levantou 700 mil reais], nos acusando de pegar dinheiro”, fala. “Não sei se tem perdão para o que fizeram. Minha mágoa maior é com a mídia. Meu pai foi preso porque era preciso criminalizar a esquerda. Mas prefiro não ficar com raiva. Procuro focar na gratidão”.

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Em vídeo, presidente da CUT convoca para as mobilizações do dia 11 – CUT – Central Única dos Trabalhadores

Vagner Freitas lembra que a luta é em defesa dos direitos dos negros, LGBT, mulheres, indígenas, idosos e da classe trabalhadora em geral

Fonte: Em vídeo, presidente da CUT convoca para as mobilizações do dia 11 – CUT – Central Única dos Trabalhadores

Polícia Militar consultou dados de jovens na noite em que foram assassinados | Desacato

Registros da polícia indicam que policiais militares consultaram os dados de dois dos cinco jovens que desapareceram na zona leste de São Paulo em 21 de outubro. Os corpos foram encontrados no domi…

Fonte: Polícia Militar consultou dados de jovens na noite em que foram assassinados | Desacato