Com 25 minutos no JN, Temer já pode preparar a carta de renúncia | Brasil 24/7

Numa reportagem correta do repórter Júlio Mosquera, no Jornal Nacional, Michel Temer foi apresentado ao público como o chefe do esquema do PMDB na Câmara dos Deputados e uma espécie de negociante de interesses privados no parlamento e no Executivo; ao todo, o telejornal dedicou 25 minutos aos capítulos da delação de Claudio Melo Filho dedicados ao PMDB, onde Temer e seus principais assessores, Eliseu Padilha, Moreira Franco e Geddel Vieira Lima (já demitido), aparecem como operadores de interesses da empreiteira; JN destacou o trecho em que Melo Filho fala da via de mão dupla entre a empreiteira e Temer: ela dava dinheiro e ele oferecia favores; rejeitado pela população e, agora, sem o apoio da Globo, Temer já pode começar a redigir sua carta de renúncia

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Diário do Centro do Mundo O jantar em que Temer pediu dinheiro a Marcelo Odebrecht, segundo o delator Cláudio Melo Filho

  O nome de Michel Temer é citado 44 vezes na delação premiada do ex-diretor de Relações Institucionais da Odebrecht em Brasília Claudio Melo Filho. O trecho mais “colorido” dá conta de um jantar no Palácio do Jaburu, quando Temer pediu dinheiro ao dono da empreiteira para o PMDB. “Do total de R$ 10 milhões prometido por Marcelo Odebrecht em atendimento ao pedido de Michel Temer, Eliseu Padilha ficou responsável por receber e alocar R$ 4.000.000,00. Compreendi que os outros R$ 6.000.000,00, por decisão de Marcelo Odebrecht, seriam alocados para o Sr. Paulo Skaff”, diz Melo Filho. Confira: Eu participei de um jantar no palácio do Jaburu juntamente com Marcelo Odebrecht, Michel Temer e Eliseu Padilha. Michel Temer solicitou, direta e pessoalmente para Marcelo, apoio financeiro para as Campanhas do PMDB no ano de 2014. O jantar ocorreu possivelmente no dia 28 de maio de 2014, para o qual fui no carro da empresa (Toyota Corolla cinza – Placas dos carros da empresa: JIZ 0228, PAZ 4158 e PAZ 4159), conduzido por Carlos Eduardo, cuja placa é . Há chamada telefônica destinada ao celular de Eliseu Padilha, às 20h16min no dia de realização do jantar. Chegamos no Palácio do Jaburu e fomos recebidos por Eliseu Padilha. Como Michel Temer ainda não tinha chegado, ficamos conversando amenidades em uma sala à direita de quem entra na residência pela entrada principal. Acredito que esta sala é uma biblioteca. Após a chegada de Michel Temer, sentamos na varanda em cadeiras de couro preto, com estrutura de alumínio. No jantar, acredito que considerando a importância do PMDB e a condição de possuir o Vice-Presidente da República como Presidente do referido partido político, Marcelo Odebrecht definiu que seria feito pagamento no valor de R$ 10.000.000,00. Claramente, o local escolhido para a reunião foi uma opção simbólica voltada a dar mais peso ao pedido de repasse financeiro que foi feito naquela ocasião. Inclusive, houve troca de e-mails nos quais Marcelo se referiu à ajuda definida no jantar, fazendo referência a Temer como “MT”. De: MO Para: Hilberto Silva CC: BJ, CF, CMF 09/10/2014, 09h01 Assunto: sem assunto PS ficou com aquele buraco de 4 reais com DM (entre outros). O que era obvio. Depois de muito choro não tive como não ajudar na seguinte linha (de ter algum conforto ainda que “moral”) – Vamos combinar o pgto com DM via HS para fev/15 (HS: eu disse que vc procuraria DM para confirmar) fico com este crédito para a próxima, onde não nos buscaria ele avisaria o amigo de CMF (MT) que este seria nosso únicos contas a pagar do time dele!   Michel Temer, em uma oportunidade, esteve disponível para ouvir tema de interesse da Odebrecht. Este foi o caso de uma viagem institucional que seria realizada por Michel Temer a Portugal, país em que a Odebrecht tem atuação. Entreguei nota a Michel Temer sobre a atuação da companhia em Portugal. Esse exemplo deixa claro a espécie de contrapartida institucional esperada entre público e privado. Do total de R$ 10 milhões prometido por Marcelo Odebrecht em atendimento ao pedido de Michel Temer, Eliseu Padilha ficou responsável por receber e alocar R$ 4.000.000,00. Compreendi que os outros R$ 6.000.000,00, por decisão de Marcelo Odebrecht, seriam alocados para o Sr. Paulo Skaff. Na parte que me foi designada, pedi a José Filho que mantivesse contatos com Eliseu Padilha para alinhamento da forma de pagamento. Além disso, mantive contatos telefônicos com Eliseu Padilha para tratar do assunto.   Segundo me foi informado por Eliseu Padilha, sei que parte do pagamento foi destinada ao ex-deputado Eduardo Cunha. Reforça este entendimento o fato de Eduardo Cunha, à época do repasse financeiro, ter telefonado diretamente a José Filho e, segundo este me relatou à época, reclamou, de forma rude, pois não havia confirmação do pagamento pela área de operações estruturadas. O valor aproximado foi de R$ 1,0 milhão. Após José Filho me relatar o ocorrido, transmiti a reclamação de Eduardo Cunha a Hilberto Silva. Da mesma forma, procurei Eduardo Cunha para acalmá-lo e esclarecer que não tinha conhecimento de que o pagamento feito a Eliseu Padilha seria repassado a ele e quais eram os valores que havia sido definidos, pois isso não era determinado pela empresa. Quero ressaltar que nas vezes que me foi solicitada qualquer agenda com Michel Temer, procurava Eliseu Padilha, que viabilizava os encontros para as demandas da empresa. No caso em concreto o codinome utilizado pelo setor de operações estruturadas para definir Eliseu Padilha nesta operação financeira foi “Angorá”. A título de informação, que reforça a relação de representação entre Eliseu Padilha e Moreira Franco, este último tem o apelido de Gato Angorá. Durante a coleta de dados de corroboração, apurei que um dos pagamentos, que havia solicitado José filho fazer, ocorreu entre 10 de agosto e o final de setembro de 2014 na Rua Capitão Francisco, 90, Jardim Europa, sede do escritório de Advocacia José Yunes e Associados. José Yunes hoje é assessor es

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Delator diz que Odebrecht pagou R$ 17 milhões por 14 MPs no Congresso | Brasil 24/7

Num dos trechos de seu depoimento à força-tarefa da Lava Jato, o ex-diretor da Odebrecht Cláudio Filho revelou que a construtora pagou mais de R$ 17 milhões a parlamentares em troca de apoio na aprovação de projetos e inclusão de emendas que favoreciam a empreiteira; ele cita 14 MPs (medidas provisórias) e projetos que teriam sido influenciados; o principal interlocutor do ex-diretor no Legislativo era o senador Romero Jucá (PMDB), mas ele relata ter realizado pagamentos também a Renan Calheiros (PMDB), Rodrigo Maia (DEM), Lúcio Vieira Lima (PMDB), Eunício Oliveira (PMDB) e Delcídio do Amaral (PT)

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Além de ‘Santo’, Alckmin era apelidado de ‘Apóstolo’ pela Odebrecht. Confira os apelidos de outros políticos, 80% golpistas, claro – Debate Progressista

Geraldo Alckmin era chamado de ‘Santo’ ou ‘Apóstolo (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); Apelidos da lista da Odebrecht Santo ou

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NOSSAS PRESIDENTAS NUESTRAS | Jornalistas Livres

São demais os perigos desta vida quando as mulheres não se deixam no céu como esquecidas, aprendi cedo na poesia do poetinha, e no meu país, agora, hoje, vejo o encontro de mulheres que foram presidentes. Lindas, fortes, senhoras. Mesmo sendo homem, não entendo muito o que nos desconcerta tanto numa saia dona de si, vestido livre e mandatário. Nada mais horrorível, como dizia com amigos quando criança no interior, do que ver uma mulher de toga. Poder é estar sedutora e dona do mando. Isso talvez dê curto-circuito nas sinapses, os antropólogos que expliquem. De mim digo que me constrange ver a lucidez da mulher, seu jeito, cair nas mãos de um Temer, um Macri, um Trump. O mundo […]

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Dilma: país deve ampliar receita ou tributar fortuna | Brasil 24/7

Em debate promovido pela Fundação Perseu Abramo, Dilma Rousseff disse que não há mais como cortar gastos no país, e que é preciso aumentar a receita ou tributar fortunas e dividendos; Dilma avalia que a crise política continua a afetar a economia, e alertou para o risco de um “golpe dentro do golpe”, com a articulação política para a deposição de Michel Temer e a realização de uma eleição indireta, com a definição do próximo presidente pelo Congresso Nacional em 2017

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