Guerra ao zika vírus: Cientista brasileira está no Top 10 mundial de 2016

Distinguida pela revista científica britânica “Nature” como uma das 10 Personalidades do Ano de 2016, a epidemiologista Celina Turchi, que se distinguiu pelos estudos sobre a relação do zika vírus com os casos de microcefalia, fala sobre seu trabalho à Sputnik Brasil.

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Bruxo muda de lado e acaba preso | Blog do Esmael

Deu ruim para o bruxo e macumbeiro Chik Jeitoso. Mudou de lado e acabou preso nesta terça (20) numa operação pelo Departamento de Inteligência do Estado do Paraná (Diep). Jeitoso era Gustavo Fruet (PDT) na eleição de 2012, mas na eleição passada pulou a cerca: virou Beto Richa (PSDB) e por isso acabou apoiando a candidatura de Rafael Greca (PMN). O bruxo dizia que nunca havia errado uma previsão política antes. Também foi preso hoje o advogado Marcelo Araújo, ex-secretário de Richa, que assinava coluna sobre trânsito neste blog até outubro. Segundo a polícia, Araújo e Jeitoso agiam em conjunto extorquindo empresários e vítimas, ameaçando divulgar informações nas redes sociais.

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Enio Verri: Autoritarismo, abuso de autoridade e politização | Blog do Esmael

O deputado Enio Verri (PT-PR) faz balanço dos sete meses do golpe de estado e aponta incríveis retrocessos no país neste curto período. Em sua coluna desta terça (20), ao comparar os números atuais com os governos de Lula e Dilma, o parlamentar bombardeia a despolitização que tomou conta da mídia. “Negar a política é como uma vaca se negar a comer capim e a produzir leite, ou uma abelha não polinizar e não produzir mel”, afirma. Autoritarismo, abuso de autoridade e politização Enio Verri* A Proposta de Emenda Constitucional (PEC 55) foi aprovada no mesmo dia da instauração do famigerado AI-5, de 1968, quando um grupo golpista e inescrupuloso mandou às favas todos os direitos civis de uma nação com pretensões republicanas. Tanto um quanto outro são atos de grupos que entraram pelo Palácio do Planalto pela porta dos fundos, separados por um hiato cronológico de democracia. É um escárnio que a História não perdoará. O saco de maldades do governo golpista parece não ter fim. Não há mais os

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Betão assume Prefeitura de Araucária | Blog do Esmael

Depois da prisão do prefeito Rui Souza (PTC) e a 10 diz do fim da gestão, o presidente da Câmara de Vereadores Wilson Roberto David Mota (PSD), o Betão, assumiu na tarde desta terça (20) a Prefeitura de Araucária. Souza foi preso na manhã de hoje sob suspeita de praticar extorsão contra fornecedores. Segundo a polícia, ele exigia “pedágio” para priorizar pagamentos. Betão já informou que a prioridade nesses dias será o pagamento do 13º salário dos cinco mil servidores. A posse de Betão ocorreu nesta tarde no salão nobre da Prefeitura. Ele é o terceiro prefeito nesses 4 anos de idas e vinda em Araucária. O município de Araucária, a 27 km de Curitiba, tem 140 mil habitantes. Tem o terceiro maior orçamento do Paraná (perde apenas para Curitiba e São José dos Pinhais). Possui cerca de 90 mil eleitores.

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Requião denuncia Temer por maracutaia de R$ 100 bilhões com as teles | Blog do Esmael

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) põe a boca no trombone contra a transformação das concessões de telefonia fixa em serviço privado. Um maracutaia de Michel Temer (PMDB) para com as teles que pode chegar a R$ 100 bilhões. “A aprovação da doação às telefônicas teve processamento irregular, sua sanção por Temer será criminosa”, disparou o atento parlamentar. Requião se refere ao PLC 79/2016, do deputado Daniel Vilela (PMDB-GO), aprovado dia 6/12 pela comissão especial do Desenvolvimento Nacional do Senado, altera a Lei Geral de Telecomunicações (LGT – Lei 9.472/1997). Além o patrimônio físico avaliado em R$ 68 bilhões, segundo Requião, o projeto pereniza a privatização da frequência e bandas para as teles. O senador do PMDB não se conforma diante da maracutaia: “100 bilhões para as telefônicas e 49 anos de trabalho para o povo se aposentar. Temeridade?”. “No mundo atentados contra vidas, no Brasil mega atentado contra o erário e a favor das telefônicas. ( Oi) Depois da manobra imoral

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Janot deu razão às ocupações de escolas. E agora Richa? Que fazer, Temer? | Blog do Esmael

O governador do Paraná Beto Richa (PSDB) tagarelou na manhã desta terça (20), nos microfones da BandNews FM Curitiba, que as 800 escolas ocupadas no estado, entre o final de setembro e início de novembro, tinham objetivos esquerdistas. No entanto, o procurador-geral da República Rodrigo Janot desmentiu o tucano ao dizer que a MP 746, que motivou aquelas ocupações pelos estudantes, são inconstitucionais. “O desfazimento dos efeitos da concretização da reforma do ensino médio desenhada pela MP 746/2016 conduziria a grave situação de insegurança jurídica e a severos prejuízos pedagógicos e pessoais para toda a comunidade”, diz o parecer de Janot. Na semana passada, a APP-Sindicato havia se antecipado ao parecer da PGR orientando às direções de escolas para que não cedessem às pressões da Secretaria de Estado da Educação (SEED) pela implantação da educação de tempo integral. No Paraná, segundo a entidade, 30 escolas estão listadas no programa do Ministério da Educação. A seguir, leia

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Agências de classificação de risco preveem derrota de Beto Richa em 2018 | Blog do Esmael

As corretoras de capitais que atuam no eixo Rio-São Paulo-Brasília-Nova Iorque dão como certa a derrota de Beto Richa (PSDB) na disputa pelo Senado em 2018. Essas agências analisam riscos no mercado para clientes que investem em ações. A questão política do Paraná veio à baila em virtude de o tucano ter colocado à venda lotes de ações da Companhia Paranaense de Energia (Copel) e da Sanepar (Companhia de Saneamento do Paraná). “Investidores não comprem ações da Copel, Sanepar e privatização de empresas públicas do Paraná porque esta patifaria será revertida”, tuitou nesta terça (20) o senador Roberto Requião (PMDB-PR), que planeja chegar pela quarta vez ao Palácio do Iguaçu. As agências classificação de risco além de projetar com o fracasso eleitoral de Richa também trabalham com o cenário de derrota para o grupo seu político. Ou seja, que o futuro governo do estado terá um comando avesso às privatizações e concessões hoje abundantes nas terras das araucárias. Elas analisam ainda que as

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Temer e Meirelles levam sabugada na última votação da Câmara | Blog do Esmael

O ilegítimo Michel Temer (PMDB) e o Ministro da Fazenda Henrique Meirelles sofreram nesta terça (20) uma acachapante derrota na última votação da Câmara deste ano. Foram 296 votos contrários ao projeto do governo, apenas 12 favoráveis, e três abstenções. Os deputados aprovaram a renegociação das dívidas de estados retirando todas as contrapartidas que deveriam ser adotadas pelos governos estaduais que aderissem ao Regime de Recuperação Fiscal. O receituário do Ministério da Fazenda previa programa de privatizações, aumento da contribuição previdenciária do funcionalismo para 14%, congelamento de reajustes de salários já concedidos aos servidores, dentre outras maldades. Pelo texto do PL 257/2016 aprovado hoje, os estados poderão ter o pagamento de débitos alongados por mais 20 anos, com descontos nas parcelas até julho de 2018 e novos indexadores. Mas sem os arrochos pretendidos pela dupla Meirelles e Temer.

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Diário do Centro do Mundo Como é a mansão do dono da Istoé e por que ela vai a leilão em 2017. Por Pedro Zambarda

  Domingo Cecílio Alzugaray tem 84 anos e nasceu em Victoria, na província argentina de Entre Rios (em torno de 30 mil habitantes). Começou como ator de teatro, cinema e fotonovelas nos anos 50 e 60. Naturalizou-se brasileiro em 1966 para nunca mais retornar à Argentina. Tornou-se diretor de revistas da Abril e participou do nascimento da revista Veja em 1968. Segundo a biografia de Roberto Civita, escrita pelo jornalista Carlos Maranhão, Alzugaray surpreendeu “a família Civita, a empresa e o mercado” ao empreender em 1972. Ele fundou, com ajuda de Fabrizio Fasano e Luis Carta, a Editora Três. Virou concorrente direto da Veja ao lançar a Istoé em 1976 com ajuda de Mino Carta, o irmão de Luis, que fora demitido da Abril. Sua empresa e sua mansão estão hoje no centro de um imbroglio maciço. Atualmente, a editora fica no bairro da Lapa de Baixo, na Rua William Speers, que é o endereço que Alzugaray declara por escrito em diferentes ações trabalhistas. Num processo de 2007 movido por uma ex-funcionária que não recebeu seus salários no prazo, ele menciona outro endereço residencial, no Morumbi, em um dos documentos. Trata-se de um casarão de 2 mil metros quadrados avaliado em R$ 2,8 milhões — o valor venal — na ação. A área construída corresponde a 726 metros quadrados. A metragem para venda foi calculada em R$ 3857 mil. De acordo com uma arquiteta consultada pelo DCM, o valor de mercado é de R$ 5,5 milhões. Ela pertence ao casal Domingo e Cátia Alzugaray e foi adquirida em 24 de novembro de 1977. Foi colocada em penhora, como determinado na 44ª Vara do Trabalho. Por que Domingo Alzugaray terá que entregá-la? A família a usa como garantia de pagamento das dívidas, apesar dos salários atrasados de funcionários na Editora Três. O 13º, por exemplo, foi fatiado em cinco parcelas, ao invés de duas segundo a lei, sendo a primeira de 50% até 30 de novembro. O restante deve ser fornecido obrigatoriamente até o dia 20 de dezembro. Como no caso que Renan Calheiros consagrou, ninguém recebe o oficial de Justiça na mansão do Morumbi, exceto a governanta. Domingo Alzugaray também não apresentou documentação comprovando que de fato habita ali. Ele poderia comprovar através de uma conta de água ou de luz. Os proprietários poderiam entrar com embargo de execução caso provassem que dependem daquele teto. Nada disso foi mostrado e nenhuma contestação por parte dos Alzugaray foi feita.   Na Justiça, Domingo declarou que mora na William Speers, a rua da Editora Três. Ele não explica ao oficial se mora no local e só teve a casa colocada em penhora porque arrastou o processo de pagamento de direitos e salários atrasados. A situação levou a juíza Thatyana Cristina de Rezende Esteves a decidir por colocá-la em leilão. No dia 6 de dezembro, a Istoé deu uma festança no Citibank Hall para dar a Michel Temer o trofeu de “Brasileiro do Ano”, na presença do juiz Sérgio Moro e de outros políticos barra suja. Três dias depois, o executivo Cláudio Mello Filho, da Odebrecht, denunciaria o presidente em sua delação premiada. “É um acinte, uma ofensa, uma festa como aquela da Istoé envolvendo uma editora que está devendo na Justiça, em processo de recuperação. A Três está devendo milhões para muita gente e rompe com a integridade dos seus trabalhadores”, afirma Kiyomori Mori, o advogado da ex-funcionária. A mansão tem um muro de 3 metros de altura e uma guarita no portão. Um poodle late para os estranhos no topo do muro. A governanta confirmou que o proprietário é Domingo Alzugaray, mas que ele não estava no local e não havia previsão do seu retorno. A propriedade está numa região onde os apartamentos de 1,2 mil metros quadrados são comercializados por até R$ 24 milhões. Na rua Ribeiro Lisboa há uma casa à venda por R$ 4,4 milhões com 4 suítes, 880 metros de área construída e 1200 metros quadrados de área total, além de ter 4 vagas para carros. Outra, na rua Antonio de Andrade Rabelo, está disponível por R$ 8 milhões e também possui 4 quartos, 800 metros quadrados de área útil, além de 2500 metros de área total com espaço para 6 automóveis. Seu preço é mais alto porque o metro quadrado é vendido por R$ 10 mil. Em abril, numa de várias “reportagens” sobre o apartamento de Lula no Guarujá, a Istoé escreveu o seguinte: “Desde que surgiram as suspeitas de ocultação de patrimônio, a família do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nega que seja proprietária do tríplex no Guarujá. A cada nova prova, lança uma versão. E foram muitas tentativas para se livrar de investigações e denúncias de crimes, como lavagem de dinheiro e falsidade ideológica”. O prazo do embargo para evitar o leilão da mansão de Domingo Alzugaray acabou e ela vai para o prego após o próximo recesso. A dúvida é se o dono da Istoé sai antes ou depois que seu Brasileiro do Ano, Michel Temer, desocupar Brasília.

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Diário do Centro do Mundo Folha: medidas aprovadas no Congresso renderam R$ 8,4 bi à Odebrecht

Da folha: O grupo Odebrecht obteve benefícios de pelo menos R$ 8,4 bilhões com aprovação de duas medidas provisórias de 2006 a 2015. De acordo com delação premiada de um ex-executivo da empreiteira, o sucesso na votação de MPs envolveu o pagamento de no mínimo R$ 16,9 milhões em propinas a congressistas e doações a campanhas eleitorais. O levantamento da Folha foi feito com base nas informações prestadas ao Ministério Público Federal por Cláudio Melo Filho, ex vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht. Em seu acordo de delação com a Lava Jato, ele afirmou ter pago por nove medidas provisórias aprovadas e convertidas em lei, e forneceu mais detalhes de como funcionou o esquema de quatro delas. A reportagem conseguiu calcular o benefício à empreiteira em duas medidas, as de número 255/2005 e 677/2015. Na primeira, que ficou conhecida depois como “Lei do Bem”, a Odebrecht pleiteava isenção de PIS e Cofins na compra de matéria-prima (nafta) para reduzir os custos operacionais da Braskem, seu braço petroquímico. Naquele momento, a nafta representava 76% dos custos, de acordo com o balanço da empresa. Segundo o delator, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), hoje líder do governo no Congresso, atuou ativamente para que as emendas apresentadas pela Odebrecht fossem incluídas e o texto final aprovado. Uma medida anterior havia sido arquivada e, em seu lugar, a MP 255 foi enviada ao Congresso. Ainda segundo o ex-executivo, Jucá usou sua força e conseguiu aprová-la. Na ocasião, o presidente da Braskem, Carlos Fadigas, previu que a empresa poderia gerar ganhos de 3,65% de crédito de PIS e Cofins com a compra de nafta, já descontando o imposto pago com a venda de mercadorias produzidas a partir da compra desse insumo. Pelos cálculos da reportagem, feita com ajuda de tributaristas, esse ganho foi de cerca de R$ 408 milhões somente em 2006 (R$ 774 milhões em valores atualizados pela inflação do período). De 2006 a 2015, os ganhos acumulados foram de pelo menos R$ 3,5 bilhões, ou R$ 6,9 bilhões em valores atualizados. Outro episódio envolvendo a empresa e o Congresso ocorreu em 2012. Na sua delação, Melo Filho menciona a renovação de contratos da petroquímica com a Chesf, principal fornecedora de energia no Nordeste. Uma das principais fábricas da Braskem fica em Alagoas. Na ocasião, muitas indústrias pressionaram no Congresso para a aprovação de uma medida que previa a extensão do prazo do fornecimento de energia barata pela Chesf. O relator na época era Renan Calheiros (PMDB-AL), hoje presidente do Senado. “Tentei resolver com ele a questão sobre a renovação desses mesmos contratos com a Chesf por via legislativa”, afirmou Melo Filho. “O senador endereçou o tema por intermédio do senador Romero Jucá”, disse. Segundo o delator, Jucá tentou colocar as emendas da Odebrecht, ligadas às Chesf, em outras nove medidas provisórias. “Depois de longa dedicação [de Jucá], finalmente uma emenda de sua autoria permitia geradores a continuar com os contratos de fornecimento direto aos grandes consumidores do Nordeste”, disse Melo Filho. A presidente Dilma Rousseff vetou a primeira medida e, quase três anos depois, uma outra medida provisória, a de número 677, foi aprovada, como queria a Odebrecht. Com isso, a empresa reverteu a desvalorização das ações de sua petroquímica e valor de mercado da Braskem subiu R$ 1,5 bilhão, em valor atualizado, com a valorização de suas ações que, depois, continuaram em alta. Melo Filho afirmou que a Odebrecht ainda doou R$ 320 mil à campanha do filho de Renan Calheiros (Renan Filho, do PMDB) ao governo de Alagoas pelo “forte empenho” a favor dos interesses da empreiteira. (…)

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Diário do Centro do Mundo Doria monta “assessoria religiosa” com acusado de comprar votos nas prévias do PSDB

Segundo o Painel da Folha, a gestão João Doria está montando uma assessoria religiosa. “Geraldo Malta, da Assembleia de Deus, e Luciano Luna, da Poderoso Deus, que coordenaram o grupo evangélico na campanha tucana, dizem que farão a interlocução do município com igrejas e auxiliarão em programas sociais. Doria visitou no fim de semana as Assembleias de Deus de São Mateus e do Brás, dos pastores Deiró de Andrade e Samuel Ferreira, para agradecer os votos recebidos durante a corrida eleitoral”, diz a nota. “Não se sabe se a equipe ficará lotada no gabinete do prefeito ou em uma secretaria. A dupla se reúne nesta quarta-feira (21) com Julio Semeghini, futuro secretário de Governo”. Em fevereiro, o vereador Adolfo Quintas (PSDB-SP) acusou Doria de “cooptar” militantes com mensalidades de R$ 2 mil, uma espécie de “mensalinho tucano”, para vencer as prévias no partido e disputar a prefeitura de São Paulo. Quintas, que era aliado de Andrea Matarazzo, apontou Geraldo Malta como o autor da oferta em nome de Doria. “Malta é um mercenário. Faz política assim”, falou. “Esse pessoal não trabalha se não receber. Conheço um por um. Estou na vida política na zona leste há mais de trinta anos. Sei disso porque vieram relatar para mim. Falaram que estavam ganhando e por isso estavam apoiando ele”.

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Diário do Centro do Mundo MP e Judiciário tomaram conta do país e estão por trás da “balbúrdia”, diz cientista político

Do cientista político Luiz Werneck Vianna, da PUC do Rio, em entrevista ao Estadão:   Os vazamentos de delações de executivos da Odebrecht caíram como uma bomba na classe política. O que podemos esperar da crise, que parece não ter fim? Essas coisas não estão acontecendo naturalmente. Não são processos espontâneos. A esta altura, a meu ver, não há dúvida de que há uma inteligência organizando essa balbúrdia. Essa balbúrdia é provocada e manipulada com perícia. Mas quem faz isso? O Ministério Público? O Judiciário?  Essas corporações tomaram conta do País. Estão se sobrepondo ao sistema político? Sim, claramente. E também ganhando mais poder. Na defesa dos interesses públicos, reforçam suas conquistas corporativas. Então não se pode mexer na questão do teto salarial. Podemos concluir que a crise se prolongará, já que isso interessaria a essas corporações? O fato é que se criou, nesses últimos anos, uma cultura corporativa muito poderosa. Se você fizer um recenseamento dessas corporações, dos seus encontros anuais, são milhares de profissionais que anualmente se reúnem em algum canto, em geral paradisíaco, para definir a sua agenda, do ponto de vista corporativo. E os partidos não têm penetração, não têm inclusão. São figuras mantidas à margem. Os partidos acabaram? Não acabaram. Estão aí. Estão muito enfraquecidos e sendo objeto deste achincalhe. Mas as posições defendidas por esses setores têm sustentação na sociedade, não? Esse andamento não foi previsto. Foi sendo percebido ao longo do processo. Uma coisa sabiam: que a conquista da mídia era estratégica. Se você pegar os textos que embasam as ações da Lava Jato, lá nos escritos do juiz Sérgio Moro, vai ver a percepção que eles tinham a respeito da mídia como dimensão estratégica. As ruas foram o inesperado, mas que aos poucos foi-se descobrindo como outra dimensão a ser trabalhada. Então, montou-se uma rede, que hoje já não atua mais espontaneamente. Esse processo é, a essa altura, governado. Imprime-se a ele uma certa direção. Agora, para quê, para onde, acredito que eles não sabem. Vivemos uma espécie de “Revolução dos bacharéis”? Não, não, não. Tem uma metáfora melhor, a dos tenentes. (…)

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Diário do Centro do Mundo Suspeito de atentado é refugiado paquistanês, diz ministro do Interior da Alemanha

Da DW:   O ministro do Interior da Alemanha, Thomas de Maizière, afirmou nesta terça-feira (20/12) que “não há mais qualquer dúvida” de que o atropelamento numa feira em Berlim é um atentado. De Maizière acrescentou que o principal suspeito é originário do Paquistão e entrou na Alemanha como refugiado, em 31 de dezembro. A análise do pedido de refúgio dele não estava concluída porque tentativas de fazer uma entrevista com ele fracassaram, algumas porque ele não comparecera, outras porque informara falar uma língua para a qual não havia tradutor disponível. O suspeito não estava em listas de terroristas, afirmou o ministro. O suspeito, que foi detido perto da Coluna da Vitória, também negou qualquer envolvimento no caso. Nenhuma organização assumiu a autoria até o momento, acrescentou De Maizière. Segundo informações de fontes policiais, o suspeito conduzia o caminhão que invadiu a feira natalina, causando a morte de 12 pessoas e deixando 48 feridas. Uma segunda pessoa na cabine era um motorista da empresa polonesa que era proprietária do veículo. Este homem, um polonês, morreu com um disparo no local do atentado. O ministro afirmou que as investigações prosseguem e que as autoridades responsáveis não vão descansar enquanto as circunstâncias do crime não estiverem esclarecidas.

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Diário do Centro do Mundo Geoffrey Robertson: Moro é um ‘juiz que saiu do controle’

Do Justificando: O Justificando conversou com Geoffrey Robertson, advogado australiano que defende o caso do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva na ONU e já atuou em casos de repercussão mundial, como na defesa do ativista Julian Assange, na acusação contra a Turquia pelo genocídio armênio e contra o tráfico internacional de armas por Israel para o cartel de Medellin, na Colômbia . Para Robertson, são várias violações de direitos humanos cometidas pelo juiz Sergio Moro no processo de Lula, como o grampeamento de ligação de telefone que foram divulgadas na mídia, além da postura de criar uma expectativa de culpa no ex-presidente. “Isso é ilegal, esse é um juiz que está fora de controle. Além disso, todos merecem um julgamento imparcial e justo. Moro e todos os procuradores da Operação Lava Jato estão acusando Lula de ser culpado há um ano, eles não estão sendo imparciais”, afirma. Para ele, Moro está muito envolvido com o processo investigativo e a grande imprensa condena Lula em suas manchetes, com uniforme de de presidiário, por exemplo. A parcialidade de Moro se expressa com a permissão destes aspectos ilegais que vêm ocorrendo no processo de investigação de Lula, mas que por outro lado o reforça como um ‘grande combatente da corrupção’. “Eu vim para o Brasil e não pude acreditar que esse juiz está nas capas de jornal, parecendo o Eliot Ness, o grande bastião da corrupção. Ele se coloca por aí como um grande inimigo de Lula”, diz. Robertson destaca a necessária distinção entre juiz investigador e juiz que julga a causa, como é feito em várias países do mundo. Ao contrário disso, Moro investiga e julga, portando-se como investigador/promotor e se distanciando da necessária sobriedade para julgar a causa. (…)

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Diário do Centro do Mundo Jornalista é condenado à prisão em Curitiba

Do Comunique-se:   O colunista Celso Nascimento, da Gazeta do Povo, foi condenado a nove meses e dez dias de prisão, por publicar matéria questionando a demora em um parecer sobre o projeto do metrô para Curitiba. As informações são da Gazeta do Povo. A coluna “Atraso do metrô custa meio milhão por dia”, em questão no processo, foi publicada em 12 de novembro de 2014. O texto menciona a conta feita pelo prefeito Gustavo Fruet, que calculava o prejuízo com a correção inflacionária a partir da demora na análise no edital de licitação do metrô. À época da coluna, o conselheiro Ivan Bonilha – atual presidente do Tribunal de Contas do Paraná (TC-PR) – estava há quatro meses com o processo de licitação do metrô aguardando parecer. Na reportagem, Nascimento mencionou a relação do conselheiro com o governador Beto Richa, de quem foi procurador-geral, traçando implicações políticas do caso. Bonilha se sentiu prejudicado e recorreu à Justiça propondo a ação criminal. Na decisão, endossada pelo Ministério Público, o juiz Plínio Augusto Penteado de Carvalho considerou que Nascimento cometeu os crimes de injúria e calúnia. O magistrado, reforçando que tem admiração pelo papel essencial da imprensa na sociedade, condenou o colunista à perda dos direitos políticos e à prisão. Como o jornalista tem mais de 70 anos, a pena foi convertida no pagamento de dez salários mínimos a Bonilha. Durante o processo, a defesa do colunista alegou que houve a mera exposição crítica de fatos, sem imputação falsa de crime, sem dolo, e que Nascimento agiu dentro da imunidade profissional, abarcado pelo seu constitucional de expressão. Entidades divulgaram nota conjunta afirmando que a condenação se trata de “ataque à liberdade de expressão e ao livre exercício do jornalismo” e informaram que esperam que a sentença seja reformada. As associações Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Nacional de Editores de Revistas (Aner) e Nacional de Jornais (ANJ) consideram “grave equívoco” a condenação do profissional. Fazendo uso de sua imunidade parlamentar na tribuna, o Senador Alvaro Dias criticou a decisão judicial. “Obviamente não cabe qualquer punição a um jornalista que simplesmente cumpriu o seu dever e procurou resguardar o direito coletivo,” discursou. Na tarde de quinta-feira, 15, Bonilha falou com a reportagem da Gazeta do Povo sobre a decisão judicial. Ele afirmou que, como cidadão, usou o direito de recorrer à Justiça no momento em que se sentiu ofendido. Segundo o jornal, o presidente do Tribunal de Contas disse que não conversou com o governador Richa, em momento algum, sobre o procedimento envolvendo a licitação. Bonilha declarou que grandes obras exigem muita responsabilidade na fiscalização e que dos quatro meses de tramitação do parecer, o caso ficou 75 dias na prefeitura e apenas 21 dias no seu gabinete.

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Diário do Centro do Mundo Em meio à crise, vereadores de São Paulo aprovam aumento dos próprios salários

Da Rede Brasil Atual: Na última sessão do ano, na tarde de hoje (20), vereadores de São Paulo, retomaram a votação e aprovaram aumento de 26,3% sobre seus salários. Com isso, os salários dos vereadores passaram de R$ 15 mil para cerca de R$ 19 mil. A reivindicação entrou na pauta por solicitação de 29, dos 55 vereadores, depois de a sessão do dia 16 ter sido encerrada sem acordo. Foram 30 votos a favor e 11 contrários. O reajuste foi articulado pela Mesa Diretora da Casa, sob o argumento de que os salários estão congelados há oito anos. O reajuste, em meio à crise econômica que atinge o país e a capital paulista, é polêmico. Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a presidência da Câmara defende que o reajuste ficou abaixo da inflação a contar desde o último aumento, calculada em aproximadamente 32%. O Psol protocolou requerimento contra a votação do aumento salarial dos vereadores paulistanos. “Não é aceitável que se aumente os já super salários dos vereadores paulistanos em um momento de precarização dos serviços públicos e crise. Tal projeto atenta contra os princípios da impessoalidade  e da moralidade e da eficiência da administração pública conforme disciplina o artigo 37, caput. da Constituição Federal vez que é votado em momento posterior às eleições municipais sendo de conhecimento de todos que parte dos proponentes configura a próxima legislatura”, diz o documento, assinado pelo vereador Toninho Vespoli e a vereadora eleita, Sâmia Bonfim.

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Diário do Centro do Mundo Estado Islâmico reivindica ataque em Berlim, mas ministro do Interior alemão reage com cautela

Do Público:   Thomas De Maiziere, ministro do Interior da Alemanha, reagiu com cautela perante a reivindicação por parte do Estado Islâmico do ataque desta segunda-feira a um mercado de Natal em Berlim. “Esta alegada reivindicação do autoproclamado Estado Islâmico, que na realidade não passa de um bando de terroristas, apenas acabou de chegar. Até então não existiu nenhuma reivindicação”, afirmou citado pela BBC. “Por vezes [as reivindicações] chegam mais tarde. Existem várias linhas de investigação que estamos a seguir. Devemos deixar os serviços de segurança fazer o seu trabalho. Estão a trabalhar arduamente e ninguém vai parar enquanto o autor, ou os autores, forem detidos”, concluiu o ministro alemão.

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