Pior crime de Cunha foi colocar Temer no poder | Blog da Cidadania

Eduardo Cunha (PMDB-RJ) foi condenado a 15 anos e 4 meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, mas ele cometeu crimes piores. Por quase dois anos sabotou o Brasil para que houvesse clima para seu partido, o PMDB e partidos satélites assassinarem a democracia brasileira dando um golpe de Estado e colocando gangsters como Michel Temer e cia. no poder. Por esse crime, provavelmente ele ficará impune.

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Requião: projeto de abuso de autoridade é para todos e não “lei anti-Lava-Jato” – Socialista Morena

Por Katia Guimarães* Relator do projeto de abuso de autoridade que está em discussão no Senado, Roberto Requião (PMDB-PR) afirma que, ao contrário do que a mídia comercial, parte dos parlamentares e integrantes do Ministério Público e do Judiciário querem fazer crer à sociedade, ele atinge todo e qualquer servidor público, parlamentares de todas as esferas –federal, […]

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Do declínio da velha esquerda no Brasil, surge a nova direita – ITAMAR GARCEZ – Os Divergentes

Uma das consequências do declínio dos 13 anos de governo do PT (Partido dos Trabalhadores), quando a política e a economia no Brasil foram conduzidas pela esquerda, foi o ressurgimento da direita. Envergonhados, direitistas antes se autoenquadravam como de centro. Poucos tinham coragem de se alinhar no campo da direita, como o renomado economista e […]

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Condenação de Cunha assombra os três poderes – HELENA CHAGAS – Os Divergentes

A condenação do ex-deputado Eduardo Cunha a 15 anos de prisão pelo juiz Sérgio Moro foi um duro choque de realidade em Brasília, nos três poderes e até na oposição.

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Nassif: Temer compra apoio preservando a desoneração da folha de pagamentos da mídia; manchetes não dão um pio – Viomundo – O que você não vê na mídia

Apenas quatro setores poupados, 50 dançaram

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Sob ataque, Requião reage: “A meu ver Moro enxerga juiz como pistoleiro do velho oeste sem lei”; leia a íntegra – Viomundo – O que você não vê na mídia

Abuso de autoridade

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Diário do Centro do Mundo A mensagem mais importante da nova pesquisa da praça. Por Paulo Nogueira

Já disse algumas vezes, e sou obrigado a dizer mais uma: se eu fosse um barão da mídia, marcaria uma reunião com meus pares para ver o que está errado na caça a Lula. Quanto mais a mídia bate, mais Lula cresce. É o que mostra a mais recente pesquisa da praça, a Ipsos, divulgada hoje. Entre os políticos, constatou a Ipsos, Lula é o personagem mais aprovado (38%) e menos rejeitado (59%). Desde fevereiro, ele ganhou sete pontos positivos — sob pedradas contínuas. O que parece claro é que, quanto mais se agrava a crise política e econômica brasileira, mais Lula surge como uma esperança de reencontro com tempos bem melhores. Contra isso, não há nada que a imprensa possa fazer. Os números altos de Lula são uma tragédia para a mídia. Não apenas porque as empresas jornalísticas o abominam, mas sobretudo por mostrarem a perda de influência de jornais, revistas etc. A pesquisa sugere também que o golpe está cobrando um preço alto dos golpistas. É particularmente interessante observar o desempenho dos líderes do PSDB. Aécio tem 74% de reprovação e 11% de aprovação. Alckmin, 67% e 16%. Serra, 70% e 20%. O mentor intelectual do golpe, FHC, não aparece mais bonito na foto: 67% o reprovam contra 23% que o aprovam. Também a situação de Doria, visto hoje como o plano B dos tucanos, não é exatamente entusiasmadora. Hoje, ele é reprovado quase que pelo triplo das pessoas que o apoiam: 45% negativos contra 16% positivos. Mas o fato maior do levantamento é mesmo Lula. Sua posição mostra não apenas sua força extraordinariamente resistente — mas também o bem-vindo enfraquecimento da mídia como influenciadora e manipuladora da sociedade.

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Diário do Centro do Mundo Acredite: o dono da Riachuelo, profeta da salvação através do impeachment, é pré-candidato à presidência

Publicado na Rede Brasil Atual. POR HELENA STHEPHANOWICZ   O partido Novo – que muitos chamam de “partido dos banqueiros” –, teve seu registro de fundação aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2015 e surgiu na cena política com o oportunista, além de velho e surrado, discurso de ser um “partido político sem políticos”, composto por pessoas “sem experiência na política”, que entre si compartilham o “descontentamento generalizado com a política partidária nacional”. Conversa para atrair apoiadores. O “dono” do partido é o banqueiro João Dionísio Amoêdo, que além de presidente da legenda é também presidente do Citibank, tendo ocupado a presidência do Itaú BBA e do Unibanco. Ao lado do banqueiro, assinam a fundação do Partido Novo Marcelo Lessa Brandão, executivo do grupo que controla as redes de fast food Bob’s, Pizza Hut, McDonald’s e KFC ; João Antonio Lian, presidente do Conselho de Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) – e Fábio Luis Ribeiro, figura de destaque do setor financeiro, onde atua como gestor de fundo de investimentos. Entre os amigos idealizadores do partido estão o ex-ministro da Fazenda Edmar Bacha e o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, ambos homens fortes do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Com nomes como esses em sua cúpula, o partido Novo promete “renovar a política”, e já anunciou que vai lançar em breve, como pré-candidato à Presidência da República em 2018, o dono da rede de lojas Riachuelo, Flávio Rocha. Em entrevista, João Amoêdo deu o tom das qualificações que o partido vê em seu candidato para lança-lo na corrida presidencial: “Flávio Rocha é uma pessoa alinhada com os princípios do Novo e um bom gestor”. Logo de cara, já “deu ruim”. Renovar a política com Flavio Rocha como candidato é uma contradição para o discurso de “sem experiência na política”, já que o partido afirma oferecer ao eleitorado brasileiro a novidade, e o nome escolhido traz o legado da, como eles mesmo dizem, velha política. O empresário Flávio Rocha, foi deputado federal em 1986 pelo PFL (atual DEM). Tão logo foi eleito, transferiu-se para o PL. Foi reeleito em 1990, mas então já estava no PRN, para onde foi após ser convidado por Fernando Collor. De volta ao PL, foi candidato à Presidência da República em 1994 – quando sua principal bandeira foi a criação do chamado Imposto Único, que substituiria todos os demais. Mas deixou a competição antes das eleições, por força das denúncias de envolvimento no “escândalo dos bônus eleitorais” – um mercado paralelo e ilegal de venda destes papeis, lançados à época como forma de financiamento de campanhas. Candidatos conseguiam compradores por um certo valor, mas os vendiam com deságio, pela metade do que valeria, a fim de legalizar recursos recebidos por empresas e não contabilizados oficialmente. Largou a política e foi cuidar da empresa da família. Recentemente, Flávio Rocha apareceu em uma reportagem da revista Carta Capital, desta vez como empresário, queixoso da política econômica e “um dos porta-vozes do empresariado nacional a defender o impeachment” de Dilma Rousseff. Pela crítica feroz que fez da “política dos campeões nacionais do BNDES”, o banco estatal de fomento da economia brasileira, chama a atenção que, entre 2006 e 2009, o empresário tenha recebido financiamentos da ordem de R$ 1,44 bilhão, além de ter se beneficiado de isenção de 75% do Imposto de Renda na construção de fábricas no Ceará e no Rio Grande do Norte. O partido Novo poderia explicar que novidade há no perfil político e empresarial de seu pré-candidato a presidente. Afinal de novo mesmo, não existe nada, é a velha repetição de vícios e desvios do país, que apenas se repetem com cara de renovação.

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Diário do Centro do Mundo A sentença de Moro contra Cunha prova que a quadrilha no poder o usou apenas para eliminar Dilma

De um amigo do DCM:   Li hoje pela manhã a íntegra da decisão de Sérgio Moro que condenou Eduardo Cunha a 15 anos e quatro meses de prisão pela prática de três crimes: corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Os crimes estão relacionados à propina que Cunha recebeu pelo negócio fraudulento entabulado pela Petrobras para “exploração” de petróleo em Benin, na África. Tecnicamente, a decisão está muito boa. Mas há dois pontos que merecem um breve comentário. O primeiro é que a sentença de Moro é a prova irrefutável de que a quadrilha que hoje ocupa o poder usou Cunha apenas para dar um pontapé na presidenta Dilma Rousseff. Um observador minimamente atento deve se perguntar: se Cunha tinha uma ficha corrida dessas (olhe a página 105 da sentença), que já era conhecida à época dos fatos, como é que presidia a Câmara dos Deputados e como é que liderou, foi peça-chave, no encaminhamento da abertura de um processo fraudulento de impeachment contra uma mandatária eleita pelo povo? O segundo, relacionado diretamente ao primeiro, é que, na decisão, Moro faz um elogio (está na página 108 da sentença) à coragem do ministro Teori Zavascki de afastar cautelarmente Eduardo Cunha da presidência da Câmara. O afastamento de Cunha pelo Supremo ocorreu somente no dia 5 de maio de 2016, quando o pedido de impedimento já estava sendo analisado pela comissão especial do Senado. Ou seja, a decisão do Supremo só ocorreu quando Cunha já era carta fora do baralho e não mais servia aos interesses escusos dos que tramavam a usurpação do poder. Acho que Teori Zavascki era, de fato, um homem probo, que merece elogios. Mas, para o bem da história e pelo compromisso com os fatos, é necessário chamar a atenção para esse ponto que, é claro, foi ignorado na sentença do Moro. Um último e importante detalhe: o afastamento de Cunha ocorreu no julgamento de uma ação cautelar. Esse tipo de ação, por sua natureza, requer o conhecimento e decisão rápidos. O MPF havia pedido o afastamento de Cunha em dezembro de 2015 (a autuação da demanda no Supremo é datada de 16/12/2015), alegando que sua permanência na presidência da Câmara representava risco para as investigações e para a institucionalidade do país, uma vez que o então deputado era o terceiro na linha de sucessão presidencial. Mas o STF levou cinco meses para decidir. Tirem suas próprias conclusões.

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Deputada Mariana Carvalho diz que mulher sofre preconceito, porque se vitimiza | Brasil 24/7

O título não é sensacionalista, foi exatamente o que a deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO) disse na mesa que dividiu com o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), réu por incitação ao estupro

Fonte: Deputada Mariana Carvalho diz que mulher sofre preconceito, porque se vitimiza | Brasil 24/7

Doria e o IPTU – Imposto Pago por Trouxas Unificados | Brasil 24/7

O prefeito, do “engana que eu gosto” para muitos paulistanos, é o símbolo do milionário que não gosta de pagar impostos, pois isso é coisa para os outros, que não são “gestores” e da elite

Fonte: Doria e o IPTU – Imposto Pago por Trouxas Unificados | Brasil 24/7

Lava jato empenhada em destruir a inteligência nacional | Brasil 24/7

Nosso Almirante é vítima de perseguição de um judiciário traidor da Pátria porque dedicou sua vida inteira à ciência com o objetivo de desenvolver o Brasil e de proteger nossa soberania nacional.

Fonte: Lava jato empenhada em destruir a inteligência nacional | Brasil 24/7

Ver um Brasil melhor | Brasil 24/7

Um golpe contra a democracia nos trouxe até aqui, com direito a reformas absurdas, da Previdência à trabalhista, e um horizonte nublado completamente, tomado por cínicos no poder. Mas os ventos sopram em outra direção por agora

Fonte: Ver um Brasil melhor | Brasil 24/7

Moro dá às palavras o sentido que quer! O Direito através do espelho! | Brasil 24/7

Não bastassem tantas polêmicas o envolvendo, — como a recente ilegal e arbitrária condução coercitiva e a violação do sigilo da profissão do blogueiro Eduardo Guimarães — Sergio Moro não pode ficar 24 horas sem os holofotes. Falem mal, mas falem. Agora ele mesmo está deixando de cumprir algo que assinou. Incrível. E o que assusta é o modo como ele decide e o silêncio eloquente dos democratas. Poucos reclamam

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Preso da Carne Fraca cita em áudio a interferência de Serraglio por empresa | Brasil 24/7

Preso sob acusação de chefiar uma “organização criminosa” no setor de fiscalização agropecuária, Daniel Gonçalves Filho revelou a “pressão” que sofreu do deputado federal e atual ministro da Justiça, Osmar Serraglio, para favorecer grupo empresarial Averama, de Umuarama (PR), reduto eleitoral de Serraglio; segundo informações do jornalista Josias Souza, o caso envolve disputa pelo registro do Serviço de Inspeção Federal (SIF) com a BR Frango; “Não adianta você achar que vai me convencer, cara. Eu tenho que proteger uma firma que é lá de Umuarama, que me passou a imagem que ela está sendo vítima de estelionato”, diz o ministro da Justiça de Temer

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